A PANews noticiou a 30 de janeiro que, segundo o The Block, a empresa de investigação de Wall Street Benchmark divulgou um relatório argumentando que a ameaça da computação quântica ao Bitcoin é “de longa data e gerível”, refutando o crescente pânico no mercado. Analistas salientaram que a computação quântica apresenta uma vulnerabilidade teórica à criptografia do Bitcoin, mas os ataques reais provavelmente demorarão “décadas em vez de anos” para dar à rede tempo suficiente para atualizar e responder. Em teoria, apenas os endereços onde a chave pública foi exposta (como endereços reutilizados ou carteiras da era Satoshi inicial) estão em risco, não a oferta total. O relatório cita estimativas de alguns investigadores de que esses endereços vulneráveis podem conter entre 1 e 2 milhões de Bitcoins, o que é mais conservador do que algumas estimativas de cerca de 7 milhões. Existe uma grande divisão na indústria quanto ao cronograma da ameaça: o capitalista de risco Chamath Palihapitiya previu que a ameaça poderá surgir nos próximos dois a cinco anos, enquanto o colaborador de longa data do Bitcoin Adam Back acredita que o risco poderá só se tornar realidade 20 a 40 anos mais tarde. O relatório do Benchmark enfatiza que a rede Bitcoin não é rígida e já lidou com riscos substanciais através de atualizações como o Taproot no passado, e espera-se que a transição para algoritmos resistentes a quânticos siga um caminho gradual semelhante.
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