Nossa empresa trouxe um estagiário novo. No calor de trinta e oito graus, usando uma camisa de manga longa, com os botões até o último botão de cima.


Na sala de chá, um grupo de pessoas ao redor do controle remoto do ar-condicionado. Dezoito graus. Dezesseis graus. Quem ajusta, leva uma bronca.
Alguém usa um ventilador portátil pendurado no pescoço. Alguém coloca um umidificador na mesa. Alguém vai ao banheiro a cada meia hora para lavar o pulso.
O estagiário fica no canto. Sem se mover.
No almoço, sentei do lado dele. Perguntei: Você não está com calor?
Ele disse que sim.
Eu perguntei: Então por que você não liga o ventilador?
Ele colocou os hashis de lado.
“O vento do ventilador é o suor que eu mesmo vaporizei e que foi levado embora. O mini ventilador emite calor, e meu corpo, para se adaptar ao vento, acelera a circulação sanguínea. Entrando e saindo, fico mais cansado do que se não usasse nada.”
“E tem mais.”
“A empresa mantém o ar-condicionado a dezo
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