Bitcoin network’s green electricity share surpasses 56.7%, Finland uses waste heat for heating, mining is becoming a new tool for renewable energy financing and grid stability
(Previous summary: Florida reboots “Strategic Cryptocurrency Reserve” proposal! Plans to use 10% of state public funds to buy Bitcoin
(Additional background: North Korean hackers set record in 2025: stealing $2.02 billion in cryptocurrencies, money laundering cycle about 45 days)
Índice deste artigo
As fazendas de mineração tornam-se um incentivo para a economia ecológica, e não apenas um motivo moral
ROI de energias renováveis reduzido de oito anos para três anos e meio
Gases de escape transformados em aquecimento, ciclo de calor cria uma segunda fonte de rendimento
Aumento do impulso político, mineração como catalisador para a transição energética
Hoje, no início de 2026, Helsínquia está a temperaturas abaixo de zero, mas o aquecimento dos apartamentos já não depende de caldeiras a carvão. A fonte de calor para aquecimento dos residentes provém do calor residual gerado pelas transações de (BTC) de Bitcoin. Esta imagem, em consonância com os dados divulgados no mesmo dia, é reforçada pelo relatório divulgado pelo analista ESG Daniel Batten e pelo Instituto de Pesquisa de Ativos Digitais (DARI) no dia 9, que indica que a proporção de energia verde utilizada na rede de Bitcoin já atingiu 56,7%.
As fazendas de mineração tornam-se um incentivo para a economia ecológica, e não apenas um motivo moral
A mineração de Bitcoin tem sido vista como uma indústria de alto consumo energético há anos, mas as estatísticas mais recentes revelam uma mudança na estrutura energética. Segundo dados publicados por Batten na plataforma X, a proporção de energia sustentável na mineração aumentou de 34% em 2021 para 56,7% atualmente. O motor dessa mudança é a lógica de “ativos encalhados”, onde os mineiros, para reduzir custos, buscam ativamente excedentes de energia hidrelétrica, eólica e solar em regiões remotas. O relatório destaca que esse mecanismo de mercado enfraquece as críticas de que a mineração prolonga a vida útil de combustíveis fósseis, pois, ao se tornarem os principais compradores, os projetos de energia renovável podem gerar fluxo de caixa antes mesmo de serem conectados à rede, melhorando a estrutura financeira.
ROI de energias renováveis reduzido de oito anos para três anos e meio
Projetos de energia renovável frequentemente enfrentam filas de conexão à rede que ultrapassam dez anos, sendo o retorno de investimento o maior obstáculo. As fazendas de mineração de Bitcoin oferecem uma solução de “sem receita de rede”, onde o projeto, ao ser concluído, já gera fluxo de caixa, reduzindo o período de retorno de aproximadamente oito anos para três anos e meio. Além disso, as máquinas de mineração possuem a característica de “carga flexível”, permitindo que os operadores ajustem o consumo de energia em segundos durante períodos de tensão na rede ou flutuações na energia verde, aumentando a estabilidade da rede e atraindo mais investimentos institucionais.
Gases de escape transformados em aquecimento, ciclo de calor cria uma segunda fonte de rendimento
Após a realização do trabalho de cálculo, o calor gerado pelas máquinas de mineração está sendo redefinido. Na Finlândia, a empresa de mineração MARA utiliza tecnologia de recuperação de calor residual para fornecer aquecimento a cerca de oitenta mil residentes; após a saída de caldeiras a carvão, as emissões de CO₂ também diminuíram. O setor agrícola está replicando esse modelo. O projeto de estufa em parceria com a Canaan, Canadá e Holanda, utiliza o calor das máquinas de mineração para cultivar tomates, formando um ciclo energético fechado. A queima de metano de aterros sanitários e poços de petróleo para gerar eletricidade e minerar já compensa cerca de 7% das emissões de carbono da rede. Como o efeito de aquecimento do metano é muito maior que o do CO₂, essa prática apresenta um benefício de “carbono negativo” na contabilidade de carbono.
Aumento do impulso político, mineração como catalisador para a transição energética
O governo Trump priorizou a independência energética e a eficiência da rede elétrica, e o modelo de mineração de Bitcoin integrado à rede local é visto como uma estratégia compatível. O relatório acredita que até tecnologias de alto custo, como a geração de energia a partir de diferenças de temperatura oceânica (OTEC), podem se tornar viáveis comercialmente devido à estabilidade de carga proporcionada pelas fazendas de mineração. O analista de indústria Daniel Batten resume no relatório:
“Esta pode ser a inovação mais importante de sustentabilidade deste século, transformando energia desperdiçada em força motriz para manter a estabilidade da rede financeira global.”
A mineração de Bitcoin, que antes era alvo de críticas ESG, está gradualmente se tornando uma investidora inicial em energias renováveis e um estabilizador da rede elétrica. Investidores, ao avaliarem o setor de mineração no futuro, não deverão mais focar apenas no preço do token, mas também na dupla valoração do arbitragem energética e da economia de calor residual.
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A percentagem de eletricidade verde na rede Bitcoin atingiu 57%, capturando metano de vazamentos naturais que compensaram 7% da pegada de carbono
Bitcoin network’s green electricity share surpasses 56.7%, Finland uses waste heat for heating, mining is becoming a new tool for renewable energy financing and grid stability
(Previous summary: Florida reboots “Strategic Cryptocurrency Reserve” proposal! Plans to use 10% of state public funds to buy Bitcoin
(Additional background: North Korean hackers set record in 2025: stealing $2.02 billion in cryptocurrencies, money laundering cycle about 45 days)
Índice deste artigo
Hoje, no início de 2026, Helsínquia está a temperaturas abaixo de zero, mas o aquecimento dos apartamentos já não depende de caldeiras a carvão. A fonte de calor para aquecimento dos residentes provém do calor residual gerado pelas transações de (BTC) de Bitcoin. Esta imagem, em consonância com os dados divulgados no mesmo dia, é reforçada pelo relatório divulgado pelo analista ESG Daniel Batten e pelo Instituto de Pesquisa de Ativos Digitais (DARI) no dia 9, que indica que a proporção de energia verde utilizada na rede de Bitcoin já atingiu 56,7%.
As fazendas de mineração tornam-se um incentivo para a economia ecológica, e não apenas um motivo moral
A mineração de Bitcoin tem sido vista como uma indústria de alto consumo energético há anos, mas as estatísticas mais recentes revelam uma mudança na estrutura energética. Segundo dados publicados por Batten na plataforma X, a proporção de energia sustentável na mineração aumentou de 34% em 2021 para 56,7% atualmente. O motor dessa mudança é a lógica de “ativos encalhados”, onde os mineiros, para reduzir custos, buscam ativamente excedentes de energia hidrelétrica, eólica e solar em regiões remotas. O relatório destaca que esse mecanismo de mercado enfraquece as críticas de que a mineração prolonga a vida útil de combustíveis fósseis, pois, ao se tornarem os principais compradores, os projetos de energia renovável podem gerar fluxo de caixa antes mesmo de serem conectados à rede, melhorando a estrutura financeira.
ROI de energias renováveis reduzido de oito anos para três anos e meio
Projetos de energia renovável frequentemente enfrentam filas de conexão à rede que ultrapassam dez anos, sendo o retorno de investimento o maior obstáculo. As fazendas de mineração de Bitcoin oferecem uma solução de “sem receita de rede”, onde o projeto, ao ser concluído, já gera fluxo de caixa, reduzindo o período de retorno de aproximadamente oito anos para três anos e meio. Além disso, as máquinas de mineração possuem a característica de “carga flexível”, permitindo que os operadores ajustem o consumo de energia em segundos durante períodos de tensão na rede ou flutuações na energia verde, aumentando a estabilidade da rede e atraindo mais investimentos institucionais.
Gases de escape transformados em aquecimento, ciclo de calor cria uma segunda fonte de rendimento
Após a realização do trabalho de cálculo, o calor gerado pelas máquinas de mineração está sendo redefinido. Na Finlândia, a empresa de mineração MARA utiliza tecnologia de recuperação de calor residual para fornecer aquecimento a cerca de oitenta mil residentes; após a saída de caldeiras a carvão, as emissões de CO₂ também diminuíram. O setor agrícola está replicando esse modelo. O projeto de estufa em parceria com a Canaan, Canadá e Holanda, utiliza o calor das máquinas de mineração para cultivar tomates, formando um ciclo energético fechado. A queima de metano de aterros sanitários e poços de petróleo para gerar eletricidade e minerar já compensa cerca de 7% das emissões de carbono da rede. Como o efeito de aquecimento do metano é muito maior que o do CO₂, essa prática apresenta um benefício de “carbono negativo” na contabilidade de carbono.
Aumento do impulso político, mineração como catalisador para a transição energética
O governo Trump priorizou a independência energética e a eficiência da rede elétrica, e o modelo de mineração de Bitcoin integrado à rede local é visto como uma estratégia compatível. O relatório acredita que até tecnologias de alto custo, como a geração de energia a partir de diferenças de temperatura oceânica (OTEC), podem se tornar viáveis comercialmente devido à estabilidade de carga proporcionada pelas fazendas de mineração. O analista de indústria Daniel Batten resume no relatório:
A mineração de Bitcoin, que antes era alvo de críticas ESG, está gradualmente se tornando uma investidora inicial em energias renováveis e um estabilizador da rede elétrica. Investidores, ao avaliarem o setor de mineração no futuro, não deverão mais focar apenas no preço do token, mas também na dupla valoração do arbitragem energética e da economia de calor residual.