Parece que o desenvolvimento do novo modelo de IA da Meta está a enfrentar dificuldades mais difíceis do que o esperado. De acordo com várias fontes próximas, com base numa reportagem do New York Times, o próximo modelo de IA "Frontier" que a empresa está a desenvolver não tem apresentado resultados satisfatórios nos testes de raciocínio, programação e criação de textos. Em comparação com os modelos de empresas concorrentes como Google, OpenAI e Anthropic, há uma diferença clara em termos de desempenho.



O CEO da Meta, Zuckerberg, tinha indicado em julho do ano passado que planeava lançar um novo modelo de IA em cerca de um ano. No entanto, parece que, internamente, cumprir esse prazo se tornou progressivamente mais difícil. Particularmente, chama a atenção o tratamento do modelo chamado de código "Avocado". Este modelo mostrou um desempenho superior ao dos IA tradicionais da Meta, mas não conseguiu superar o "Gemini 3.0" do Google, lançado em novembro do ano passado.

Diante dessa situação, a Meta decidiu adiar o lançamento do "Avocado", inicialmente previsto para abril, para após maio. O atraso na implementação do modelo de IA pode representar um golpe considerável no mercado de IA generativa, que está a tornar-se cada vez mais competitivo.
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