Recentemente, ao verificar se o projeto está levando a sério, não olho primeiro para a beleza do PPT, mas foco em duas coisas: para onde foi o dinheiro do tesouro e se os marcos estão sendo atingidos no prazo. Se o dinheiro estiver sempre em grandes categorias como "parcerias de mercado" ou "incentivos ecológicos", gastando-se bastante, mas sem muita movimentação na cadeia, eu subconscientemente reduzo o entusiasmo; ao contrário, despesas como desenvolvimento, auditoria e infraestrutura, que são estáveis, com atualizações no ritmo, mesmo que devagar, me deixam mais tranquilo.



Nos últimos dias, todos falaram sobre expectativa de redução de juros e índice do dólar, e o resultado foi que ativos de risco subiram e caíram juntos, basicamente, quando a temperatura da água lá fora muda, os projetos ficam mais propensos a "contar histórias" para sustentar a aparência. Então, também passei por aquela fase de acompanhar atentamente as atualizações, mas depois percebi que os marcos eram adiados repetidamente, e o tesouro ficava cada vez mais disperso… aí silenciosamente deixei de seguir, se a conversa esfriou, não vale a pena insistir. Agora, prefiro uma estratégia de médio prazo + grade, mantendo apenas o ritmo que consigo entender.
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