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Situação entre os EUA e o Irão em escalada: a linha do “ultimato” de Trump está confusa, e o Irão responde com firmeza, continuando a bloquear o Estreito de Ormuz
À medida que o “prazo final de 48 horas” inicial de segunda-feira à noite, 6 de abril, se aproxima (horário do leste dos EUA), a tensão entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o Irão volta a intensificar-se. No entanto, há uma discrepância evidente nos relatórios dos meios de comunicação dos EUA sobre a “linha do tempo” fornecida por Trump para o Irão, tornando a evolução do caso ainda mais incerta.
Declarações de Trump variam, linha do tempo confusa
Com base em relatos de várias agências de comunicação americanas a 6 de abril, Trump, numa entrevista à Fox News, chegou a afirmar que “antes de segunda-feira” poderia ser possível chegar a um acordo com o Irão. Mas duas horas depois, disse à Axios que o acordo “pode ser fechado antes de terça-feira”, caso contrário “vai destruir tudo”.
Em seguida, a ABC News revelou que Trump afirmou que o conflito com o Irão deveria “terminar dentro de alguns dias, e não dentro de semanas”. E, segundo o relatório mais recente do The Wall Street Journal, Trump exigiu que o Irão abrisse o Estreito de Ormuz antes de terça-feira à noite, caso contrário os EUA iriam atacar as centrais elétricas do Irão. Importa notar que Trump não apresentou uma linha do tempo para o fim da guerra com o Irão.
Trump terá alegadamente divulgado um prazo final específico
A confusão na linha do tempo ganhou ainda mais força depois de Trump ter publicado um post nas redes sociais com o seu próprio conteúdo. Na madrugada de 6 de abril, horário do leste dos EUA, Trump escreveu na sua plataforma social: “8:00 da noite de terça-feira (08:00 de quarta-feira, hora de Pequim)”. Embora a publicação não mencione diretamente o Irão, os principais meios de comunicação, incluindo o site AXIOS e a Bloomberg, interpretaram-na como: Trump está a prolongar por 24 horas o prazo final para o Irão.
Antes disso, o ultimato de 48 horas dado por Trump tinha como prazo final as 8:00 da noite de segunda-feira, 6 de abril (08:00 de terça-feira, 7 de abril, hora de Pequim). Ou seja, o novo horário foi adiado exatamente um dia em relação ao prazo original.
Resposta firme do líder supremo do Irão: continuar a bloquear o Estreito de Ormuz
Perante a pressão militar e diplomática por parte dos EUA, o lado iraniano não deu sinais de cedência.
A 5 de abril, horário local, o líder supremo do Irão, Mujtaba Khamenei, publicou uma mensagem nas redes sociais, enfatizando: “A vontade do povo iraniano é continuar a desenvolver ações efectivas de defesa do território; ao mesmo tempo, o bloqueio do Estreito de Ormuz — esta ‘alavanca estratégica’ — também deve continuar a ser aplicado.” Esta declaração é amplamente vista pelo público como uma resposta positiva ao “ultimato” de Trump.
Perspectivas do caso: a janela de diálogo estreita-se e o risco de conflito aumenta
Neste momento, as posições das partes dos EUA e do Irão sobre a questão do Estreito de Ormuz estão a opor-se de forma acentuada. Trump tenta pressionar o Irão a voltar à mesa de negociações, definindo uma linha do tempo clara, mas as suas declarações antes e depois não são consistentes, enfraquecendo a clareza da dissuasão. Por outro lado, o Irão insiste em manter o bloqueio do estreito como meio central de retaliação, deixando claro que não pretende ceder sob pressão.
À medida que o novo prazo de terça-feira às 8:00 da noite (horário do leste dos EUA) se vai aproximando, o mercado e as cadeias globais de abastecimento de energia estão a acompanhar de perto a situação de passagem pelo Estreito de Ormuz. Se o Irão agir ou se os EUA levarem a cabo um ataque militar, os preços globais do petróleo e o quadro de segurança geopolítica sofrerão fortes abalos.
(Com base em reportagens do Jin10, CCTV Internacional, AXIOS, Bloomberg, The Wall Street Journal, entre outras)
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