Há algo de único no mundo cripto nesta situação. Pode rebrandear, trocar nomes, mudar toda a narrativa — e de alguma forma, a comunidade central continua a acompanhar. O reconhecimento não morre. O sistema de crenças sobrevive ao rebranding. Nos mercados tradicionais, conseguir isso seria um suicídio financeiro. Mas no cripto? É quase normal. A identidade torna-se fluida. O que importa não é o nome no cartaz — é o que as pessoas decidem que ele representa. Bastante louco quando se pensa nisso.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
9 gostos
Recompensa
9
4
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
ReverseTrendSister
· 10h atrás
Para ser honesto, no mundo das criptomoedas isso é o máximo, mudar de nome e ressurgir, a fé é mais forte do que tudo.
Ver originalResponder0
GateUser-beba108d
· 10h atrás
Resumindo, é o poder da fé; trocar de pele e não morrerá, o que na finança tradicional levaria à falência direta.
Ver originalResponder0
OnchainDetective
· 10h atrás
Isto é o poder do mundo das criptomoedas, troque de máscara e a fé ainda permanece.
Ver originalResponder0
MEVSandwichVictim
· 11h atrás
Quer dizer, de qualquer forma, mudando de identidade, continuamos a existir. As finanças tradicionais já morreram há muito tempo, mas aqui a nossa fé é fé, o nome que importa?
Há algo de único no mundo cripto nesta situação. Pode rebrandear, trocar nomes, mudar toda a narrativa — e de alguma forma, a comunidade central continua a acompanhar. O reconhecimento não morre. O sistema de crenças sobrevive ao rebranding. Nos mercados tradicionais, conseguir isso seria um suicídio financeiro. Mas no cripto? É quase normal. A identidade torna-se fluida. O que importa não é o nome no cartaz — é o que as pessoas decidem que ele representa. Bastante louco quando se pensa nisso.