Já escrevi várias vezes sobre a Dusk Foundation, e cada vez que termino sinto que poderia ter dito mais. Não quero elevá-la ao céu, mas percebo que estou sempre a girar — em torno de um ponto central, chamado «limites».
Limites podem parecer pouco sedutores, até mesmo desanimadores. Mas, quando colocados no contexto financeiro, tornam-se brutalmente concretos. Quem pode fazer o quê, quem fica de fora. Quais dados são naturalmente opacos, quais precisam ser verificáveis em determinado ponto. Dinheiro a sair da conta A e chegar na conta B, as regras devem acompanhar o fluxo. E, se algo der errado, a cadeia de responsabilidade deve ser clara o suficiente para apontar quem é o culpado. Pensando rapidamente nesses problemas, fica claro — limites não são uma ilusão, são a linha de sobrevivência do sistema financeiro.
Uma velha mania na indústria de criptomoedas é tratar a «liberdade» como uma cura universal. Sem permissões, tudo transparente, módulos combináveis à vontade. Parece atraente, mas na prática financeira, essas palavras, sem condições prévias, geralmente se tornam armadilhas. Você não pode permitir que alguém retire qualquer ativo a qualquer momento, nem deixar todos os detalhes das transações permanentemente na cadeia para serem observados, muito menos gerir ativos regulados em um sistema totalmente aberto. O sistema financeiro não é uma ferramenta para afirmar posições; seu único propósito é permitir trocas sob regras claras, possibilitar liquidação, reconciliação e esclarecer a lógica em momentos de conflito. Quanto mais próximo disso, mais urgente se torna a definição de limites.
A verdadeira inovação da Dusk Foundation não está na pilha de termos criptográficos, mas no que ela faz — incorporar limites, que normalmente estão em cláusulas e políticas, diretamente no código.
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TxFailed
· 01-15 19:36
ngl isto tem um impacto diferente quando realmente perdeste fundos em sistemas "sem confiança" que na verdade não eram assim. limites no código > limites em termos de serviço, aprendi isso da maneira mais cara
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MoonRocketman
· 01-13 04:40
Hmm... a ideia de incorporar os limites no código realmente dá uma sensação de combustível. De acordo com o indicador RSI, este é um momento de janela de lançamento que passa de uma quebra na política para uma quebra técnica, com o coeficiente de ângulo no máximo.
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RugpullAlertOfficer
· 01-12 20:51
A falar novamente de limites, mas desta vez estou a ouvir com alguma clareza, não é aquele tipo de dogma rígido. As finanças têm que ter regras, senão já estaria tudo uma confusão.
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StablecoinAnxiety
· 01-12 20:48
Ai, isto é que é uma coisa séria. Em comparação com aqueles que fingem "descentralização total", eu confio mais em sistemas com fronteiras bem definidas
Codificar as regras no código, essa é uma jogada genial. É muito mais confiável do que aqueles termos no papel
Falando sério, liberdade sem limites e liberdade com limites, a diferença é enorme. Finanças têm que ser assim
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FreeMinter
· 01-12 20:43
Para ser honesto, a questão das fronteiras é realmente realista, as criptomoedas vivem a gritar por liberdade, mas na verdade é apenas uma forma de evitar responsabilidades.
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0xOverleveraged
· 01-12 20:33
Esta é a verdadeira abordagem, incorporar os limites no código é muito mais confiável do que aquelas promoções chamativas.
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SmartMoneyWallet
· 01-12 20:29
Resumindo, trata-se de fazer o design de base para conformidade na cadeia, pode parecer pouco glamoroso, mas é realmente a essência do trabalho financeiro.
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RugPullProphet
· 01-12 20:27
Muito bem dito, finalmente alguém percebeu a questão de forma profunda. O mundo das criptomoedas adora pregar liberdade absoluta, e no final, um ou outro projeto acaba por fracassar. A jogada da Dusk de colocar os limites no código realmente é uma abordagem inovadora.
Já escrevi várias vezes sobre a Dusk Foundation, e cada vez que termino sinto que poderia ter dito mais. Não quero elevá-la ao céu, mas percebo que estou sempre a girar — em torno de um ponto central, chamado «limites».
Limites podem parecer pouco sedutores, até mesmo desanimadores. Mas, quando colocados no contexto financeiro, tornam-se brutalmente concretos. Quem pode fazer o quê, quem fica de fora. Quais dados são naturalmente opacos, quais precisam ser verificáveis em determinado ponto. Dinheiro a sair da conta A e chegar na conta B, as regras devem acompanhar o fluxo. E, se algo der errado, a cadeia de responsabilidade deve ser clara o suficiente para apontar quem é o culpado. Pensando rapidamente nesses problemas, fica claro — limites não são uma ilusão, são a linha de sobrevivência do sistema financeiro.
Uma velha mania na indústria de criptomoedas é tratar a «liberdade» como uma cura universal. Sem permissões, tudo transparente, módulos combináveis à vontade. Parece atraente, mas na prática financeira, essas palavras, sem condições prévias, geralmente se tornam armadilhas. Você não pode permitir que alguém retire qualquer ativo a qualquer momento, nem deixar todos os detalhes das transações permanentemente na cadeia para serem observados, muito menos gerir ativos regulados em um sistema totalmente aberto. O sistema financeiro não é uma ferramenta para afirmar posições; seu único propósito é permitir trocas sob regras claras, possibilitar liquidação, reconciliação e esclarecer a lógica em momentos de conflito. Quanto mais próximo disso, mais urgente se torna a definição de limites.
A verdadeira inovação da Dusk Foundation não está na pilha de termos criptográficos, mas no que ela faz — incorporar limites, que normalmente estão em cláusulas e políticas, diretamente no código.