Provavelmente já ouviu falar do IRR (Taxa Interna de Retorno), mas há um segredo sujo: assume que irá reinvestir cada dólar que retirar à mesma taxa do retorno original. Parece bom, mas raramente é assim que o mundo real funciona.
É aí que entra o MIRR (Taxa Interna de Retorno Modificada). Ele permite que insira taxas de reinvestimento realistas, em vez de viver em um mundo de fantasia. Se estiver a sério sobre comparar investimentos ou projetos de capital, o MIRR é a métrica que deve substituir a dependência cega do IRR.
Qual é a diferença entre IRR e MIRR?
Simplificação excessiva do IRR: O IRR encontra a taxa de desconto que zera o Valor Presente Líquido (VPL). Assume que o dinheiro recebido no meio de um projeto é reinvestido em algo que gera essa mesma IRR. Irrealista? Com certeza.
Realismo do MIRR: O MIRR permite especificar duas taxas distintas:
Uma taxa de financiamento (o que paga para emprestar dinheiro)
Uma taxa de reinvestimento (o que realmente ganha com os fluxos de caixa retirados antecipadamente)
Este sistema de duas taxas torna o MIRR mais confiável para decisões no mundo real.
A matemática por trás do MIRR (Sem dor de cabeça)
Em vez de memorizar a fórmula, basta entender o conceito: o MIRR ajusta cada saída de caixa ao presente usando sua taxa de financiamento, e compõe cada entrada para frente até ao final do projeto usando sua taxa de reinvestimento. Depois, encontra a única taxa de desconto que faz esses dois lados equilibrar.
Em português simples: Força os seus fluxos de caixa intermediários a assumirem hipóteses realistas, em vez de fingir que a magia acontece.
Como calcular o MIRR em planilhas
É aqui que a teoria encontra a prática.
Sintaxe do Excel ou Google Sheets:
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Como calcular o MIRR: A forma mais inteligente de avaliar os retornos de investimento
Pare de usar IRR sozinho—Aqui está o porquê
Provavelmente já ouviu falar do IRR (Taxa Interna de Retorno), mas há um segredo sujo: assume que irá reinvestir cada dólar que retirar à mesma taxa do retorno original. Parece bom, mas raramente é assim que o mundo real funciona.
É aí que entra o MIRR (Taxa Interna de Retorno Modificada). Ele permite que insira taxas de reinvestimento realistas, em vez de viver em um mundo de fantasia. Se estiver a sério sobre comparar investimentos ou projetos de capital, o MIRR é a métrica que deve substituir a dependência cega do IRR.
Qual é a diferença entre IRR e MIRR?
Simplificação excessiva do IRR: O IRR encontra a taxa de desconto que zera o Valor Presente Líquido (VPL). Assume que o dinheiro recebido no meio de um projeto é reinvestido em algo que gera essa mesma IRR. Irrealista? Com certeza.
Realismo do MIRR: O MIRR permite especificar duas taxas distintas:
Este sistema de duas taxas torna o MIRR mais confiável para decisões no mundo real.
A matemática por trás do MIRR (Sem dor de cabeça)
Em vez de memorizar a fórmula, basta entender o conceito: o MIRR ajusta cada saída de caixa ao presente usando sua taxa de financiamento, e compõe cada entrada para frente até ao final do projeto usando sua taxa de reinvestimento. Depois, encontra a única taxa de desconto que faz esses dois lados equilibrar.
Em português simples: Força os seus fluxos de caixa intermediários a assumirem hipóteses realistas, em vez de fingir que a magia acontece.
Como calcular o MIRR em planilhas
É aqui que a teoria encontra a prática.
Sintaxe do Excel ou Google Sheets: