Quando o sino de 20 de fevereiro de 2025 às 8h UTC soar, a rede Pi oficialmente removerá o firewall que a isolava há muito tempo, inaugurando uma era de rede aberta no verdadeiro sentido da palavra. Este momento, aguardado por milhões de usuários há anos, finalmente permitirá que eles coloquem no mercado os Pi tokens acumulados, além de proporcionar pela primeira vez um mecanismo de descoberta de valor real para ativos digitais.
Seis anos de preparação, uma quebra de paradigma em um dia
Ao traçar a trajetória do Pi, percebe-se que o lançamento oficial da mainnet não foi algo repentino, mas resultado de um planejamento meticuloso de longo prazo:
Experimentação móvel em março de 2019 marcou o início da história. Na época, era apenas um aplicativo simples de celular, onde os usuários podiam ganhar Pi tokens clicando diariamente em um botão. Essa participação de baixo limiar atraiu milhões de pessoas comuns. Diferente do mineração com hardware de alto consumo de energia, como no Bitcoin, o Pi tornou a aquisição de ativos criptográficos acessível e tangível.
Em 2021, entrou na fase de testnet, com desenvolvedores começando a construir um ecossistema de aplicações sobre a infraestrutura do Pi, passando por validações mais rigorosas. Este ano também marcou a transição do Pi de um simples aplicativo móvel para um verdadeiro projeto de blockchain.
Em dezembro de 2021, o lançamento da mainnet fechada representou um avanço técnico — o Pi passou a ter sua própria blockchain, permitindo transações reais. Contudo, uma limitação crucial era que a rede ainda permanecia isolada, sem conexão com o mundo externo, e o valor do token não podia ser realizado. Nesta fase, a equipe trabalhou na implementação do sistema de verificação de identidade KYC, com milhões de usuários migrando seus ganhos de mineração para a mainnet. Eventos como o PiFest 2024 demonstraram a vitalidade do ecossistema — dados de operação de 160 países, com 27 mil comerciantes e 28 mil testadores de transações, comprovaram a usabilidade da rede.
A abertura da rede em 20 de fevereiro de 2025 foi o verdadeiro divisor de águas. As conexões externas foram ativadas, os canais de negociação de mercado foram abertos, e o Pi deixou de ser um ativo virtual para se tornar um meio de valor real e trocável.
Participação além das expectativas
O sucesso desta fase foi sustentado por uma base de usuários massiva. Dados indicam que 10,14 milhões de pioneiros migraram com sucesso para a mainnet, superando a meta inicial de 10 milhões. Ainda mais impressionante, 19 milhões de usuários completaram o processo de verificação de identidade, um aumento de 27% em relação ao planejado de 15 milhões.
Ao mesmo tempo, mais de 100 aplicações já estão integradas ao ecossistema da mainnet, oferecendo uma variedade de funcionalidades para novos usuários e participantes existentes. Essa escala de ecossistema criou uma base sólida para o desempenho de mercado após o lançamento.
A intensa disputa pela descoberta de preço
O desempenho do mercado no dia 20 de fevereiro foi dramático. O preço de abertura foi de US$1,47, atingindo rapidamente US$2,10, um aumento de 43%, impulsionado pelo entusiasmo dos investidores. Essa subida meteórica refletiu a liberação repentina de uma demanda reprimida por negociação.
Porém, o mercado logo entrou em uma fase de correção racional. O preço ao final do dia caiu para US$1,01, uma queda superior a 50%. A lógica por trás disso é simples: investidores de longo prazo realizam lucros, gerando pressão de venda, enquanto o mercado precisa de tempo para avaliar o valor real do Pi. O volume de negociações disparou mais de 1700% no dia do lançamento, indicando alta participação, mas essa euforia se consolidou em uma precificação mais racional.
De acordo com as cotações atuais, o preço de Pi está em torno de US$0,21, com valor de mercado de aproximadamente US$17,6 bilhões, uma oferta circulante de cerca de 8,38 bilhões de tokens, e um limite total de 100 bilhões. Isso significa que menos de 10% dos tokens estão em circulação, e a pressão futura de oferta não deve ser ignorada.
Quem se beneficia com este lançamento
Para os mineradores de longa data, o dia do lançamento marcou uma mudança crucial. Usuários que completaram a verificação de identidade finalmente podem transferir seus saldos virtuais para carteiras externas ou negociar em várias exchanges principais. Contudo, usuários sem KYC ficam de fora, sem acesso à liquidez gerada.
Do ponto de vista de investimento, o lançamento abriu novas possibilidades de participação. Não mais restritos ao ecossistema interno, investidores externos podem adquirir Pi diretamente nas exchanges, participando do crescimento deste ecossistema emergente. A mineração continua, mas as recompensas seguem um modelo de decrescimento exponencial, garantindo a sustentabilidade econômica.
Novos participantes veem um ecossistema já consolidado. Embora o período de mineração sem barreiras tenha terminado, um sistema completo de aplicações e mecanismos de negociação maduros oferecem novas formas de participação.
Do mainnet à prosperidade do ecossistema: próximos passos
O lançamento é apenas o começo, não o fim. A conferência Pi2Day, realizada em 28 de junho (o dia do Pi), tradicionalmente anuncia atualizações importantes, e a versão de 2025 promete continuar essa tradição.
A expansão do ecossistema é o foco principal. Os pioneiros verificados e as aplicações lançadas são apenas a base; o objetivo do projeto é criar o sistema econômico ponto a ponto mais inclusivo do mundo. Para isso, é necessário:
Atrair mais desenvolvedores para construir aplicações práticas
Incentivar comerciantes a aceitar Pi como meio de pagamento
Integrar sistemas comerciais existentes para reduzir custos de acesso
Estabelecer parcerias estratégicas com empresas maduras
O número de comerciantes durante o PiFest (mais de 27 mil) já demonstra a viabilidade desse caminho. Expandir esse sucesso limitado para o sistema comercial global é a chave para transformar o Pi de uma experiência de criptografia experimental para uma aplicação prática na vida real.
Questões centrais para os participantes do mercado
Q: Após o lançamento, a mineração de Pi ainda pode continuar?
A: Pode, mas a taxa de recompensa seguirá um modelo de decrescimento. A mudança principal é que é necessário completar a verificação de identidade para converter tokens em valor real.
Q: Usuários verificados podem negociar imediatamente após o lançamento?
A: Sim. Usuários verificados podem transferir tokens para carteiras externas ou colocar ordens em exchanges suportadas.
Q: Do que depende o valor de longo prazo do Pi?
A: De dois fatores principais: a utilidade das aplicações no ecossistema (se podem ser usadas realmente nas transações diárias) e o consenso de mercado sobre seu papel como reserva de valor. O preço atual de US$0,21 é apenas uma avaliação inicial do mercado.
Q: A pressão de oferta pode suprimir o preço a longo prazo?
A: É uma preocupação. Com limite total de 10 bilhões de tokens e apenas 830 milhões em circulação, o ritmo de liberação e seu impacto no mercado precisam ser monitorados continuamente.
Conclusão
20 de fevereiro de 2025 marca um momento tão importante para o Pi Network quanto a primeira aceitação do Bitcoin por uma exchange. De um aplicativo móvel de nicho a uma rede blockchain com capacidade de negociação global, o projeto passou por uma transformação completa. Mais de um milhão de usuários migraram para a mainnet, mais de 19 milhões passaram pela verificação de identidade, e mais de cem aplicações já estão em operação — esses números refletem a energia real da comunidade.
Claro, a volatilidade do primeiro dia de mercado nos lembra que ainda há um processo de harmonização entre entusiasmo e realidade. O futuro do Pi como ferramenta de pagamento diário e sua aceitação ampla no comércio dependem de fatores que determinarão seu valor a longo prazo. E a verdadeira história pode estar apenas começando.
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ybaser
· 01-09 14:28
Segure-se firme, estamos prestes a decolar 🛫
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GateUser-5611046a
· 01-09 14:15
Sente-se confortavelmente, a decolagem é iminente 🛫
Pi mainnet abre um novo capítulo: Marco de 20 de fevereiro de 2025 e análise de mercado
Quando o sino de 20 de fevereiro de 2025 às 8h UTC soar, a rede Pi oficialmente removerá o firewall que a isolava há muito tempo, inaugurando uma era de rede aberta no verdadeiro sentido da palavra. Este momento, aguardado por milhões de usuários há anos, finalmente permitirá que eles coloquem no mercado os Pi tokens acumulados, além de proporcionar pela primeira vez um mecanismo de descoberta de valor real para ativos digitais.
Seis anos de preparação, uma quebra de paradigma em um dia
Ao traçar a trajetória do Pi, percebe-se que o lançamento oficial da mainnet não foi algo repentino, mas resultado de um planejamento meticuloso de longo prazo:
Experimentação móvel em março de 2019 marcou o início da história. Na época, era apenas um aplicativo simples de celular, onde os usuários podiam ganhar Pi tokens clicando diariamente em um botão. Essa participação de baixo limiar atraiu milhões de pessoas comuns. Diferente do mineração com hardware de alto consumo de energia, como no Bitcoin, o Pi tornou a aquisição de ativos criptográficos acessível e tangível.
Em 2021, entrou na fase de testnet, com desenvolvedores começando a construir um ecossistema de aplicações sobre a infraestrutura do Pi, passando por validações mais rigorosas. Este ano também marcou a transição do Pi de um simples aplicativo móvel para um verdadeiro projeto de blockchain.
Em dezembro de 2021, o lançamento da mainnet fechada representou um avanço técnico — o Pi passou a ter sua própria blockchain, permitindo transações reais. Contudo, uma limitação crucial era que a rede ainda permanecia isolada, sem conexão com o mundo externo, e o valor do token não podia ser realizado. Nesta fase, a equipe trabalhou na implementação do sistema de verificação de identidade KYC, com milhões de usuários migrando seus ganhos de mineração para a mainnet. Eventos como o PiFest 2024 demonstraram a vitalidade do ecossistema — dados de operação de 160 países, com 27 mil comerciantes e 28 mil testadores de transações, comprovaram a usabilidade da rede.
A abertura da rede em 20 de fevereiro de 2025 foi o verdadeiro divisor de águas. As conexões externas foram ativadas, os canais de negociação de mercado foram abertos, e o Pi deixou de ser um ativo virtual para se tornar um meio de valor real e trocável.
Participação além das expectativas
O sucesso desta fase foi sustentado por uma base de usuários massiva. Dados indicam que 10,14 milhões de pioneiros migraram com sucesso para a mainnet, superando a meta inicial de 10 milhões. Ainda mais impressionante, 19 milhões de usuários completaram o processo de verificação de identidade, um aumento de 27% em relação ao planejado de 15 milhões.
Ao mesmo tempo, mais de 100 aplicações já estão integradas ao ecossistema da mainnet, oferecendo uma variedade de funcionalidades para novos usuários e participantes existentes. Essa escala de ecossistema criou uma base sólida para o desempenho de mercado após o lançamento.
A intensa disputa pela descoberta de preço
O desempenho do mercado no dia 20 de fevereiro foi dramático. O preço de abertura foi de US$1,47, atingindo rapidamente US$2,10, um aumento de 43%, impulsionado pelo entusiasmo dos investidores. Essa subida meteórica refletiu a liberação repentina de uma demanda reprimida por negociação.
Porém, o mercado logo entrou em uma fase de correção racional. O preço ao final do dia caiu para US$1,01, uma queda superior a 50%. A lógica por trás disso é simples: investidores de longo prazo realizam lucros, gerando pressão de venda, enquanto o mercado precisa de tempo para avaliar o valor real do Pi. O volume de negociações disparou mais de 1700% no dia do lançamento, indicando alta participação, mas essa euforia se consolidou em uma precificação mais racional.
De acordo com as cotações atuais, o preço de Pi está em torno de US$0,21, com valor de mercado de aproximadamente US$17,6 bilhões, uma oferta circulante de cerca de 8,38 bilhões de tokens, e um limite total de 100 bilhões. Isso significa que menos de 10% dos tokens estão em circulação, e a pressão futura de oferta não deve ser ignorada.
Quem se beneficia com este lançamento
Para os mineradores de longa data, o dia do lançamento marcou uma mudança crucial. Usuários que completaram a verificação de identidade finalmente podem transferir seus saldos virtuais para carteiras externas ou negociar em várias exchanges principais. Contudo, usuários sem KYC ficam de fora, sem acesso à liquidez gerada.
Do ponto de vista de investimento, o lançamento abriu novas possibilidades de participação. Não mais restritos ao ecossistema interno, investidores externos podem adquirir Pi diretamente nas exchanges, participando do crescimento deste ecossistema emergente. A mineração continua, mas as recompensas seguem um modelo de decrescimento exponencial, garantindo a sustentabilidade econômica.
Novos participantes veem um ecossistema já consolidado. Embora o período de mineração sem barreiras tenha terminado, um sistema completo de aplicações e mecanismos de negociação maduros oferecem novas formas de participação.
Do mainnet à prosperidade do ecossistema: próximos passos
O lançamento é apenas o começo, não o fim. A conferência Pi2Day, realizada em 28 de junho (o dia do Pi), tradicionalmente anuncia atualizações importantes, e a versão de 2025 promete continuar essa tradição.
A expansão do ecossistema é o foco principal. Os pioneiros verificados e as aplicações lançadas são apenas a base; o objetivo do projeto é criar o sistema econômico ponto a ponto mais inclusivo do mundo. Para isso, é necessário:
O número de comerciantes durante o PiFest (mais de 27 mil) já demonstra a viabilidade desse caminho. Expandir esse sucesso limitado para o sistema comercial global é a chave para transformar o Pi de uma experiência de criptografia experimental para uma aplicação prática na vida real.
Questões centrais para os participantes do mercado
Q: Após o lançamento, a mineração de Pi ainda pode continuar?
A: Pode, mas a taxa de recompensa seguirá um modelo de decrescimento. A mudança principal é que é necessário completar a verificação de identidade para converter tokens em valor real.
Q: Usuários verificados podem negociar imediatamente após o lançamento?
A: Sim. Usuários verificados podem transferir tokens para carteiras externas ou colocar ordens em exchanges suportadas.
Q: Do que depende o valor de longo prazo do Pi?
A: De dois fatores principais: a utilidade das aplicações no ecossistema (se podem ser usadas realmente nas transações diárias) e o consenso de mercado sobre seu papel como reserva de valor. O preço atual de US$0,21 é apenas uma avaliação inicial do mercado.
Q: A pressão de oferta pode suprimir o preço a longo prazo?
A: É uma preocupação. Com limite total de 10 bilhões de tokens e apenas 830 milhões em circulação, o ritmo de liberação e seu impacto no mercado precisam ser monitorados continuamente.
Conclusão
20 de fevereiro de 2025 marca um momento tão importante para o Pi Network quanto a primeira aceitação do Bitcoin por uma exchange. De um aplicativo móvel de nicho a uma rede blockchain com capacidade de negociação global, o projeto passou por uma transformação completa. Mais de um milhão de usuários migraram para a mainnet, mais de 19 milhões passaram pela verificação de identidade, e mais de cem aplicações já estão em operação — esses números refletem a energia real da comunidade.
Claro, a volatilidade do primeiro dia de mercado nos lembra que ainda há um processo de harmonização entre entusiasmo e realidade. O futuro do Pi como ferramenta de pagamento diário e sua aceitação ampla no comércio dependem de fatores que determinarão seu valor a longo prazo. E a verdadeira história pode estar apenas começando.