Recentemente, a crise energética na Venezuela tem despertado bastante atenção, mas, ao contrário, a tendência geral do mercado energético global apresenta uma outra imagem.
Com base nos dados mais recentes, a situação é bastante interessante. A produção diária global de energia líquida é de aproximadamente 1,08 bilhões de barris, enquanto o consumo real fica em torno de 1,057 bilhões de barris. Em outras palavras, a produção excede a demanda em 236 mil barris por dia. Essa diferença pode parecer pequena, mas, acumulada ao longo do tempo, as reservas energéticas globais continuam a aumentar — o que indica que a oferta está relativamente abundante, e o mercado não está sob tensão.
Do ponto de vista dos traders, essa situação de excesso de oferta em relação à procura certamente merece atenção, pois pode influenciar a direção dos preços da energia. Afinal, os custos energéticos afetam toda a cadeia econômica, influenciando a precificação de diversos ativos. Nesse contexto, os participantes do mercado precisam acompanhar de perto as dinâmicas energéticas, pois elas costumam ser um importante indicador macroeconômico.
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MidnightGenesis
· 12h atrás
Os dados na cadeia mostram que a produção continua a exceder, mas a distribuição de liquidez por trás desses números merece uma análise mais aprofundada... 236 mil barris/dia parece moderado, na prática, assim como o tempo de implantação dos contratos, detalhes que determinam o rumo.
Como esperado, o aumento das reservas de energia certamente impactará o mecanismo de precificação, sendo necessário monitorar as mudanças na liquidez das exchanges.
De acordo com experiências anteriores, esse excesso de oferta costuma ser um prenúncio de uma nova fase de reprecificação do mercado.
O que é interessante é que a Venezuela ainda enfrenta escassez de energia, enquanto o mundo está acumulando reservas... uma contradição evidente.
Vale notar que os indicadores macroeconômicos muitas vezes são encobertos por anúncios oficiais, sendo necessário deduzir a verdade a partir dos dados na cadeia.
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RektRecorder
· 01-08 17:25
Oferta superior à procura de 236 milhões de barris/dia, a longo prazo, as perspetivas de preços de energia estão a ser pessimistas, o que tem alguma relevância para as expectativas de inflação
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CodeZeroBasis
· 01-06 23:47
Quando há excesso de oferta, pensa que pode baixar os preços? Estás a ser ingênuo, a OPEC vai fazer-te perceber o que é um mercado real
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LazyDevMiner
· 01-06 23:40
Oferta excede a procura em 2,36 milhões de barris/dia, este número pode parecer pequeno, mas se realmente subir de preço, quanto de criptomoedas pode derrubar? Quando a cadeia de queda dos preços de energia for acionada, toda a avaliação de ativos terá que ser recalculada, e aí será mais uma rodada de colheita de vitimas.
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P2ENotWorking
· 01-06 23:27
Parece bom que a oferta seja maior que a procura, mas por que os preços da energia não caíram? Isso indica que há outros fatores a influenciar.
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ProofOfNothing
· 01-06 23:26
Com tanta oferta em relação à procura, por que é que o preço do petróleo ainda não caiu? É mesmo absurdo
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airdrop_whisperer
· 01-06 23:21
A oferta superior à procura pode fazer o preço cair? Então por que o preço do petróleo ainda está lá?
Recentemente, a crise energética na Venezuela tem despertado bastante atenção, mas, ao contrário, a tendência geral do mercado energético global apresenta uma outra imagem.
Com base nos dados mais recentes, a situação é bastante interessante. A produção diária global de energia líquida é de aproximadamente 1,08 bilhões de barris, enquanto o consumo real fica em torno de 1,057 bilhões de barris. Em outras palavras, a produção excede a demanda em 236 mil barris por dia. Essa diferença pode parecer pequena, mas, acumulada ao longo do tempo, as reservas energéticas globais continuam a aumentar — o que indica que a oferta está relativamente abundante, e o mercado não está sob tensão.
Do ponto de vista dos traders, essa situação de excesso de oferta em relação à procura certamente merece atenção, pois pode influenciar a direção dos preços da energia. Afinal, os custos energéticos afetam toda a cadeia econômica, influenciando a precificação de diversos ativos. Nesse contexto, os participantes do mercado precisam acompanhar de perto as dinâmicas energéticas, pois elas costumam ser um importante indicador macroeconômico.