Como escolher os três principais índices da bolsa de valores dos EUA em 2025? Depois de ler esta comparação de índices, você entenderá.

2025年开年美国股市涨势喜人,纳斯达克指数一路领跑,涨幅达30.12%,标普500紧随其后上涨24.56%,而道琼工业指数增长则相对温和,为14.87%。面对三大指数的差异化表现,投资者的困扰也随之而来:Eu devo escolher qual? Qual pode ganhar mais dinheiro?

Simplificando, escolher o índice certo equivale a investir com sucesso pela metade. Hoje vamos fazer uma análise aprofundada dos três principais indicadores do mercado de ações dos EUA, para que você possa identificar qual deles é o mais adequado ao seu perfil de investimento.

Comparação rápida dos três principais índices: composição, escala, características

Os três gigantes do mercado de ações dos EUA têm suas próprias características.

Índice S&P 500 é o mais representativo, incluindo as 500 maiores empresas listadas nos EUA, cujo valor de mercado representa cerca de 80% de todo o mercado de ações americano, cobrindo praticamente todos os setores da economia dos EUA. É calculado por ponderação de valor de mercado, ou seja, quanto maior a empresa, maior seu peso, refletindo com mais precisão o movimento real do mercado.

Índice Dow Jones Industrial é uma entidade veterana, em operação desde 1896, selecionando apenas 30 empresas, todas de alta qualidade e grande porte. Usa ponderação por preço das ações, ou seja, empresas com preços mais altos têm maior influência no índice, o que faz sua volatilidade ser menor do que a do S&P 500.

Índice Nasdaq Composto é o paraíso dos entusiastas de tecnologia, com mais de 3000 empresas negociando nele, das quais 62,5% são ações de tecnologia, sendo um índice claramente tecnológico. Também usa ponderação por valor de mercado, mas devido à predominância de empresas de tecnologia, sua volatilidade é maior, crescendo mais rápido, mas também caindo com mais força.

Nos últimos 10 anos, a rentabilidade anualizada do Nasdaq foi de 17,5%, liderando com folga, enquanto o do S&P 500 foi de 11,2%, e o do Dow Jones ficou em 9,1%. O que isso mostra? Que o efeito de ganho das ações de tecnologia nesses últimos dez anos foi o mais forte.

S&P 500: o mais estável “campeão versátil”

Se fosse para classificar os índices por popularidade, o S&P 500 certamente estaria entre os três primeiros. Por quê? Porque é o representante mais amplo do mercado de ações dos EUA.

Em termos de distribuição setorial, o S&P 500 cobre setores como Tecnologia da Informação (30,7%), Financeiro (14,5%), Saúde (10,8%), Bens de consumo não essenciais (10,5%) e Serviços de Comunicação (9,5%), sendo quase um retrato da estrutura econômica americana. Você não precisa se preocupar em apostar em um setor específico, pois esse índice é uma combinação equilibrada.

Olhar para as 10 maiores ações componentes ajuda a entender melhor: Apple, Nvidia, Microsoft, Amazon, Meta, Google, Berkshire Hathaway, Broadcom, Tesla, entre outras, são empresas globais de destaque. A Apple sozinha representa 7,27% do índice, e as 10 maiores ações juntas representam 34,63%, ou seja, os movimentos dessas gigantes impactam diretamente o desempenho do índice.

Nos últimos trinta anos, apesar de enfrentar bolhas da internet, crises de hipoteca, impactos da pandemia e aumentos de juros, o S&P 500 sempre conseguiu se recuperar rapidamente e atingir novas máximas. Essa resiliência vem de sua diversificação suficiente — não despenca por causa de notícias ruins de um setor ou de algumas empresas.

As recentes correções também confirmam isso. O S&P 500 recuou quase 10% de sua máxima histórica, rompendo o suporte de 5673 pontos, entrando em uma correção técnica. Mas, segundo a história, esse tipo de ajuste costuma ser apenas uma pequena pausa na tendência de alta de longo prazo.

Dow Jones: o “estável” dos blue chips tradicionais

O Dow Jones inclui apenas 30 empresas, parece pouco, mas são empresas altamente lucrativas e com dividendos generosos, representando os pilares da economia tradicional americana.

Nos componentes, estão nomes como Goldman Sachs, UnitedHealth, Microsoft, Home Depot, Caterpillar, entre outros, líderes em seus setores. Quanto à distribuição setorial, os maiores são Financeiro (25,4%), Tecnologia da Informação (19,3%) e Saúde (14,6%), formando um típico “acampamento de ações de valor”.

Por usar ponderação por preço, ações com preços mais altos têm maior impacto, o que torna a volatilidade do Dow mais suave. Em comparação, durante a crise de 2008, o Dow caiu menos do que o S&P 500; mas em anos de forte crescimento, como 2013 e 2019, seu desempenho foi inferior.

Em outras palavras, o Dow funciona como um gestor de carteira conservador, que não busca ganhos exorbitantes, mas sim uma rentabilidade estável. Para investidores que abominam volatilidade, valorizam fluxo de caixa e dividendos, é uma boa escolha.

Nasdaq: o “acelerador” dos entusiastas de tecnologia

O Nasdaq é o mais “selvagem” dos três, com mais de 3000 empresas, das quais mais da metade (55,15%) são ações de tecnologia. As 10 maiores componentes quase todas são empresas de tecnologia e líderes de novas economias, como Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon, Meta, Google, que dominam o índice.

Essa alta concentração setorial define o temperamento do Nasdaq: sobe sem dó, cai com força. Nos últimos dez anos, a rentabilidade anualizada foi de 17,5%, um desempenho impressionante — 6 pontos percentuais acima do S&P 500.

2022 foi um ponto de virada. Com o Federal Reserve acelerando os aumentos de juros, as expectativas de crescimento das empresas de tecnologia foram drasticamente revisadas para baixo, levando o Nasdaq a cair quase 30%. Mas, com o fim do ciclo de alta de juros em 2023 e a explosão da onda de IA, o índice se recuperou rapidamente, subindo mais de 40% no ano. Em 2024, com a expectativa de redução de juros pelo Fed, o Nasdaq continuou em alta.

A recente correção também é emblemática. O Nasdaq 100 caiu 10% de sua máxima de dezembro, de 22248 pontos, entrando em uma correção técnica. Ao mesmo tempo, o déficit comercial dos EUA atingiu recorde de 131,4 bilhões de dólares, aumentando as preocupações com a incerteza nas políticas comerciais, fazendo das ações de tecnologia os principais alvos de venda.

Quem será o vencedor de 2025 entre os três índices?

Para responder, é preciso considerar alguns fatores-chave.

Direção da política de juros é o primeiro ponto. Se o Fed continuar cortando juros, as ações de crescimento (Nasdaq) se beneficiarão bastante, pois juros baixos elevam as avaliações de empresas de tecnologia. Se os juros permanecerem altos, as ações de valor (Dow) terão mais apelo.

Cenário do ciclo econômico também é fundamental. Em uma aterrissagem suave ou recuperação moderada, ações de tecnologia e o S&P 500 podem liderar; mas, se o risco de recessão aumentar, setores defensivos do Dow (consumo, saúde) tendem a resistir melhor.

Mudanças setoriais também merecem atenção. A demanda por IA, computação em nuvem e semicondutores deve continuar impulsionando o Nasdaq, mas há risco de bolha de avaliação. Por outro lado, empresas tradicionais do Dow, como industriais e energéticas, que acelerarem sua digitalização e transição para uma economia de baixo carbono, podem passar por uma reavaliação de valor. O S&P 500, por sua diversificação setorial, tende a se beneficiar de movimentos de setor.

Riscos geopolíticos também influenciam. A intensificação da competição tecnológica entre China e EUA, riscos na cadeia de suprimentos de semicondutores, volatilidade nos preços de energia — tudo isso pode impactar o Nasdaq, enquanto questões regulatórias e antitruste podem pressionar as gigantes tecnológicas.

Qual você deve escolher?

Se você é um investidor agressivo, capaz de suportar quedas de 20%-30% no curto prazo, com horizonte de investimento superior a 5 anos, o Nasdaq é a escolha com maior potencial de explosão. Acredita que IA e inovação tecnológica vão impulsionar a economia a longo prazo? Então, deve ter uma alocação maior no Nasdaq. Mas, atenção: é preciso estar preparado para oscilações intensas.

Se busca equilíbrio entre risco e retorno, quer participar do crescimento tecnológico, mas sem muita complicação, o S&P 500 é a opção mais prática. Esse índice inclui tanto gigantes de tecnologia quanto setores mais tradicionais, como energia e finanças. Investimento de longo prazo ou como núcleo de uma carteira, o S&P 500 é a resposta “padrão” mais segura.

Se prefere dividendos estáveis, detesta grandes oscilações e não exige ganhos de curto prazo, o Dow Jones é ideal. Com suas 30 empresas sólidas e pagadoras de dividendos, oferece estabilidade, embora com potencial de crescimento mais limitado. É importante ter essa consciência.

Por fim

No curto prazo (1-2 anos), se o Fed realmente iniciar um ciclo de corte de juros, o Nasdaq provavelmente será o grande vencedor; se o risco de recessão aumentar, o S&P 500 será mais equilibrado e seguro.

No longo prazo (mais de 5 anos), o Nasdaq, apoiado na inovação tecnológica e na onda de IA, ainda tem potencial de crescimento superior ao do mercado geral, mas exige preparação para correções pontuais. O S&P 500, por sua vez, é uma “parceria de longo prazo” mais segura, sendo a escolha preferida da maioria dos investidores.

Os três índices não têm uma resposta definitiva de bom ou ruim, mas sim de compatibilidade com seu perfil de risco, horizonte de investimento e expectativa de retorno. Escolher o índice certo é estar na trajetória correta; errar, mesmo com boas condições de mercado, pode comprometer seus resultados.

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