Todos estão imersos numa ilusão, pensando que a roda da tecnologia avançará automaticamente para a frente. Muito enganoso. O tempo, nunca foi a cura para o progresso. Somente quando inúmeras pessoas vivem para isso, dedicando-se ao máximo, a civilização avança um pouco, e há alegria nesse avanço. Se não fosse assim, a entropia aumentaria e essa seria a norma do universo, e tudo eventualmente murcharia e retornaria ao pó. Olhando para 1969, a humanidade já podia pisar na lua, tocar nas estrelas. E quando o ônibus espacial foi aposentado, por mais forte que seja os Estados Unidos, eles já não têm mais capacidade de levar pessoas ao espaço. Essa é a verdadeira tendência: se não agirmos, tudo acabará em nada. Veja o esplendor do antigo Egito, a técnica das pirâmides que finalmente cessou, deixando apenas lamentos posteriores. E observando a grandiosidade dos aquedutos romanos, até eles foram esquecidos por gerações posteriores. A civilização é como remar contra a corrente, se não avançar, recua.
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Todos estão imersos numa ilusão, pensando que a roda da tecnologia avançará automaticamente para a frente. Muito enganoso. O tempo, nunca foi a cura para o progresso. Somente quando inúmeras pessoas vivem para isso, dedicando-se ao máximo, a civilização avança um pouco, e há alegria nesse avanço. Se não fosse assim, a entropia aumentaria e essa seria a norma do universo, e tudo eventualmente murcharia e retornaria ao pó. Olhando para 1969, a humanidade já podia pisar na lua, tocar nas estrelas. E quando o ônibus espacial foi aposentado, por mais forte que seja os Estados Unidos, eles já não têm mais capacidade de levar pessoas ao espaço. Essa é a verdadeira tendência: se não agirmos, tudo acabará em nada. Veja o esplendor do antigo Egito, a técnica das pirâmides que finalmente cessou, deixando apenas lamentos posteriores. E observando a grandiosidade dos aquedutos romanos, até eles foram esquecidos por gerações posteriores. A civilização é como remar contra a corrente, se não avançar, recua.