A Goldfinance relata que, a 25 de março, de acordo com o Daily Telegraph do Reino Unido, o Irão recusou-se a negociar com o enviado especial dos EUA para o Médio Oriente, Wittekov, e com o genro de Trump, Kushner, acusando-os de “traidores”. Fontes do Golfo afirmam que o Irão não irá sentar-se à mesa com Wittekov e Kushner, pois poucas horas após as negociações de fevereiro, Teerã foi alvo de ataques militares. O vice-presidente dos EUA, Vance, manteve-se praticamente em silêncio durante este conflito; caso as negociações sejam retomadas mais tarde esta semana em Islamabad, Paquistão, Vance é considerado o principal candidato a liderar as negociações. “Vance é a opção mais favorável”, afirmou uma fonte do Golfo ao comentar a postura do Irão. “Eles não querem colaborar com Kushner e Wittekov, porque os consideram traidores.” A fonte acrescenta que o Irão acredita que Vance cumprirá as promessas feitas, e a sua participação é vista como adequada para negociar com o presidente da Assembleia do Irão, Kalibaf. Este vice-presidente poderá assumir a liderança da equipa de negociação dos EUA, o que indica que a Casa Branca pretende evitar perdas económicas adicionais e aliviar a tensão, embora a estratégia para acabar com a guerra ainda não esteja clara.