Acabei de ler uma história que me fez refletir bastante. Erik Finman, com apenas 12 anos, percebeu que a escola tradicional não era o seu caminho. Durante uma caminhada com seu irmão na Alemanha, viu um garoto com uma camiseta de bitcoin e começou a fazer perguntas. A partir daquele momento, foi uma descida rumo ao mundo das criptomoedas.



A parte interessante? Ele recebeu 1.000 dólares da avó e os transformou em cerca de 100 bitcoins quando o preço estava em torno de 10 dólares por moeda. Por 3 anos, concentrou-se apenas em negociações e na escola, esperando o momento certo. No final de 2013, quando o preço atingiu 1.200 dólares, vendeu tudo e tomou uma decisão corajosa: abandonar a escola.

Mas aqui vem o mais interessante. Os pais de Erik Finman lhe deram uma condição: se ele se tornasse milionário antes dos 18 anos, poderia pular a faculdade. Um professor lhe disse que ele deveria desistir dos estudos e procurar emprego no McDonald's. Erik escreveu uma carta para mostrar que podia fazer algo maior.

Em 2014, lançou a Botangle, uma plataforma de aulas online por videochamada para estudantes desiludidos com o sistema tradicional. Uma entrevista com um executivo da Uber o desmotivou, dizendo que ele nunca venceria a aposta. Mas um ano depois, encontrou um comprador que lhe ofereceu 100.000 dólares ou 300 bitcoins. Naquela época, o bitcoin havia caído para 200 dólares, mas Erik escolheu bitcoin. Ele tinha razão.

Antes de completar 18 anos, quando o preço ultrapassou 2.700 dólares, Erik Finman venceu a aposta. Entrou no top 5 dos milionários em criptomoedas do mundo. Aos 20 anos, possuía bitcoins avaliado em mais de 5 milhões de dólares e continuava crescendo.

Hoje, após cerca de 10 anos no setor, Erik acredita firmemente que as criptomoedas são o dinheiro do futuro. Em uma entrevista ao Business Insider, disse algo que ficou na minha cabeça: se você não se tornar milionário nos próximos 10 anos, a culpa é sua. Segundo ele, as oportunidades não faltam, o que é preciso é saber analisar bem onde investir o dinheiro.

Atualmente, está focado em um novo projeto: o Freedom Phone, um smartphone totalmente não censurado que promove liberdade de expressão e privacidade. A história de Erik Finman mostra que, às vezes, a coragem de seguir o próprio instinto, mesmo quando todos dizem não, pode levar a resultados surpreendentes.
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