Milho caiu na segunda-feira, com a maioria dos contratos caindo de 3 a 4 centavos, enquanto os contratos de março sofreram uma queda maior de 6 centavos. O preço à vista subiu levemente para $4,03 3/4 por bushel, mostrando algum suporte apesar da fraqueza nos contratos futuros.



A atividade de exportação na semana passada atingiu 1,858 milhão de toneladas métricas, o que parece sólido até você verificar os detalhes. Na verdade, caiu 8% semana a semana, embora ainda esteja classificada como a terceira melhor semana do ano. O México estava adquirindo mais milho, com mais de 521 mil toneladas métricas, com Coreia do Sul e Japão também comprando volumes significativos. As remessas acumuladas no ano estão 42% acima do ano passado, então há definitivamente demanda por aí.

A preocupação real que aparece nos dados é o progresso da colheita no Brasil. A primeira safra está apenas 36% concluída, muito atrás dos 46% do ano passado. O plantio da segunda safra também está atrasado, com 66% na região centro-sul contra 80% no ano passado. Diferentes prognosticadores estão ajustando suas estimativas de produção brasileira para baixo, alguns cortando números e outros fazendo pequenos ajustes para cima, mas a tendência geral sugere estoques mais apertados pela frente.

Observando os preços dos contratos, o milho de março fechou a $4,32 3/4, caindo 6 centavos, maio ficou em $4,44 3/4, com uma baixa de 3 3/4 centavos, e julho fechou a $4,53, com uma queda de 3 centavos. Os traders de fundos gerenciados também estavam reduzindo suas posições vendidas, cortando mais de 13.500 contratos nas últimas semanas. Os números de esmagamento de grãos que serão divulgados nesta tarde podem dar alguma direção ao mercado, com os traders esperando uma moagem de janeiro em torno de 483 milhões de bushels.
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