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Tether versão Bitcoin expande seu território: Análise aprofundada da fusão entre XXI, Strike e Elektron
29 de abril de 2026, o emissor de stablecoins Tether, por meio de seu departamento de investimentos Tether Investments, anunciou oficialmente uma proposta para impulsionar duas operações de fusão envolvendo a Twenty-One Capital (XXI), a plataforma de serviços financeiros de Bitcoin Strike e a mineradora Elektron Energy. Se a transação for concluída com sucesso, a XXI passará de uma empresa listada com foco principal na posse de Bitcoin, para uma plataforma integrada que combina capacidade de mineração, infraestrutura financeira e canais de capital institucional. Após o anúncio, as ações da XXI subiram cerca de 8% após o expediente. Até 30 de abril de 2026, o preço do Bitcoin no mercado Gate oscilava entre aproximadamente 75.000 USD e 76.000 USD.
Como funciona a estrutura da proposta de fusão tripartida
A proposta da Tether Investments adota uma abordagem de fusão em duas etapas. Na primeira fase, a XXI se funde com a empresa de serviços financeiros de Bitcoin Strike, integrando a rede de distribuição global, infraestrutura de conformidade e produtos de empréstimo de Bitcoin da Strike ao sistema da XXI. Na segunda fase, a entidade resultante se funde com a Elektron Energy, incorporando sua grande capacidade de mineração ao mesmo tempo em que mantém a empresa listada. A Tether já declarou que apoiará essas transações por votação, mas os detalhes específicos dos termos, cronogramas e governança ainda não foram divulgados, sendo divulgados progressivamente nas discussões futuras.
Esse design de “serviços financeiros primeiro, capacidade de mineração depois” demonstra uma lógica de integração clara: Strike fornece acesso ao usuário e fontes de receita, Elektron oferece poder computacional e produção de ativos, e a XXI fornece a plataforma de empresa listada e alavancagem de capital. A combinação dessas três não é apenas uma sobreposição de ativos, mas uma cadeia de negócios completa que vai de “posse” a “produção” e, finalmente, “distribuição”.
Quais são as capacidades de negócios e o posicionamento estratégico de cada parte
XXI: impulsionada pelo volume de posse de moedas, aumenta o valor da plataforma da empresa listada. Segundo dados do Bitcoin Treasuries, a XXI possui mais de 43.500 Bitcoins em seu balanço, avaliado em cerca de 32,6 bilhões de dólares a um preço de 75.000 USD por Bitcoin, sendo a segunda maior reserva de Bitcoin de uma empresa listada globalmente, atrás apenas da MicroStrategy. Em dezembro de 2025, a XXI entrou na Bolsa de Nova York por meio de uma fusão SPAC, com acionistas incluindo Tether, Bitfinex e o fundador e CEO atual da Strike, Jack Mallers. Desde então, até 2026, o preço das ações da XXI caiu mais de 10%, refletindo dúvidas contínuas do mercado sobre o modelo de avaliação de uma “empresa de reserva de Bitcoin pura”.
Strike: interface financeira de Bitcoin que conecta usuários globais. Fundada por Jack Mallers, a Strike oferece serviços de compra, posse, negociação e empréstimo de Bitcoin em mais de 100 países. No mesmo momento do anúncio da fusão, a Strike lançou o “Empréstimo à Prova de Volatilidade” (Volatility Proof Loans), permitindo que os tomadores evitem o risco de liquidação forçada devido a oscilações de preço, mediante pagamento de uma taxa adicional. Essa linha de crédito atinge 2,1 bilhões de dólares, com uma taxa mínima ajustada para 7,49%, e já possui um acordo de crédito assinado com a Tether.
Elektron: infraestrutura de mineração que sustenta o poder computacional. Liderada por Raphael Zagury, a Elektron Energy gerencia cerca de 50 EH/s de poder de mineração de Bitcoin, representando aproximadamente 5% do total da rede, tendo minerado mais de 5.500 Bitcoins até agora. O custo total de produção por Bitcoin é inferior a 60.000 USD, o que significa que, com o preço do Bitcoin na faixa de 75.000 USD, a operação de mineração da Elektron ainda apresenta margens de lucro consideráveis. A Tether planeja nomear Zagury como presidente da entidade após a fusão, aproveitando sua experiência em operações de mineração e mercados de capitais.
Qual é a lógica estratégica mais profunda por trás do impulso da Tether para a fusão
A ação da Tether não é um caso isolado, mas parte de uma estratégia de aprofundamento na cadeia produtiva de Bitcoin, partindo do núcleo de stablecoins. A Tether Investments já possui participação em mais de 120 empresas, abrangendo inteligência artificial, energia, fintech e biotecnologia. No setor de mineração de Bitcoin, a Tether investiu mais de 20 bilhões de dólares em infraestrutura de energia e poder computacional, detém mais de 100.000 Bitcoins e colabora com empresas como Canaan e ACME Swisstech no desenvolvimento de hardware de mineração modular, promovendo uma integração profunda entre hardware e software de mineração.
De um ponto de vista estratégico, o objetivo da Tether é transformar a XXI de uma “detentora passiva” de Bitcoin para uma “acumuladora ativa de ativos”. Empresas de reserva de Bitcoin tradicionais dependem da valorização do preço do Bitcoin para obter ganhos contábeis, enquanto a integração de capacidade de mineração permite que a entidade consolidada produza Bitcoin continuamente a custos inferiores ao preço de mercado. A integração de serviços financeiros gera receitas recorrentes por meio de staking e empréstimos. O fluxo de caixa da mineração e as receitas financeiras sustentam a operação a curto prazo, enquanto a valorização das 43.500 moedas no balanço fornece uma âncora de valor a longo prazo. A intenção fundamental da Tether é criar, por meio de uma integração vertical, um ciclo de valor de Bitcoin que possa operar de forma autossustentável, independentemente das oscilações externas do mercado.
Quais sinais de avaliação o mercado de capitais revelou
A reação do mercado à proposta de fusão fornece um sinal que deve ser interpretado com cautela. Após o anúncio, as ações da XXI subiram cerca de 8% após o expediente, indicando reconhecimento do valor estratégico da integração. No entanto, esse repique ocorre em um contexto em que, desde 2026, as ações caíram mais de 10% no acumulado, e não há relatos de aumento expressivo de volume de negociações. Analistas apontam que, nos últimos 120 dias, a queda das ações da XXI foi de quase 50%, sugerindo dúvidas estruturais sobre o valor de uma empresa puramente de reserva de Bitcoin.
Portanto, essa alta mais reflete uma “reavaliação de direção” do que uma “reavaliação de valor”. O foco do mercado está em se a combinação de mineração e serviços financeiros pode melhorar a lucratividade e a estrutura de fluxo de caixa da XXI, além de oferecer uma nova base de avaliação baseada no EBITDA. A capacidade da entidade de transformar-se de uma empresa de reserva de Bitcoin para uma plataforma operacional será decisiva para o sucesso na reconstrução de sua lógica de avaliação.
Como a competição na mineração de Bitcoin pode evoluir
Desde 2026, a tendência de consolidação no setor de mineração de Bitcoin se acelerou. Em março de 2026, a Sphere 3D anunciou uma fusão integral com a Cathedra Bitcoin; a Olenox também anunciou fusão com a CS Digital do Brasil, focada em mineração off-grid de baixo custo e infraestrutura de data centers de IA; e a American Bitcoin anunciou, em abril, expansão de sua frota de mineradoras para 89.242 unidades, elevando sua capacidade para 28,1 EH/s.
Entre esses casos de consolidação, a trajetória diferenciada impulsionada pela Tether na fusão tripartida é a mais clara: ela não se limita a uma união horizontal entre mineradoras para ampliar a escala de poder computacional, mas incorpora reservas de reserva, serviços financeiros e capacidade de mineração em uma única plataforma listada — uma integração vertical que atravessa diferentes segmentos da cadeia produtiva. Se essa abordagem for validada, ela pode redefinir o modelo de avaliação e a competição entre empresas de Bitcoin listadas.
Quais riscos devem ser monitorados continuamente
Primeiro, risco de execução. Os detalhes dos termos, cronogramas finais e governança ainda não foram divulgados. A fusão de grandes empresas listadas que envolvem ativos de fintech e mineração é complexa, envolvendo integrações legais e operacionais, e há incertezas sobre se as três entidades em diferentes estágios de desenvolvimento conseguirão se fundir de forma bem-sucedida.
Segundo, risco regulatório. A entidade resultante da fusão atuará em mineração de Bitcoin, serviços financeiros e mercados de capitais públicos, podendo enfrentar uma fiscalização mais rigorosa em várias jurisdições, especialmente quanto à transparência de ativos de empréstimo e ao consumo de energia na mineração.
Terceiro, o preço do Bitcoin e riscos estruturais do setor. Se o preço do Bitcoin permanecer na faixa atual ou cair ainda mais, mesmo uma estrutura financeira mais sólida não garantirá lucros na mineração. Além disso, o setor de Bitcoin está passando por uma fase de diferenciação estrutural: algumas mineradoras estão se diversificando para data centers de IA, enquanto a Tether continua a expandir sua capacidade de mineração. Essa divergência de caminhos criará diferentes pressões competitivas, e a entidade de fusão precisará continuamente demonstrar a resiliência de seu modelo de negócio sob essas condições.
Resumo
A fusão proposta pela Tether Investments entre XXI, Strike e Elektron Energy marca uma tentativa significativa de evolução de uma empresa de reserva de Bitcoin para uma plataforma verticalmente integrada. Ao consolidar 43.514 Bitcoins, serviços financeiros globais de Bitcoin e uma capacidade de mineração de 50 EH/s em uma única entidade, essa fusão, se concretizada, criará uma plataforma de Bitcoin com capacidades de produção, distribuição e operação de capital. A alta de 8% no preço das ações após o expediente reflete uma aceitação inicial do mercado, mas o verdadeiro teste será a execução da integração, a adaptação regulatória e a evolução do ciclo de mercado do Bitcoin. Essa proposta também oferece uma janela importante para usuários que acompanham o mercado de ativos digitais na plataforma Gate entenderem a evolução do cenário de capital no setor.
FAQ
Q1: Como está o andamento da proposta de fusão tripartida?
A1: A Tether Investments apresentou em 29 de abril de 2026 uma proposta de fusão em duas etapas, indicando apoio à transação por votação. Os detalhes específicos de termos, cronogramas e governança ainda não foram divulgados, sendo anunciados posteriormente.
Q2: Quais mudanças a fusão trará na estrutura de negócios da XXI?
A2: Se concluída, a XXI passará de uma empresa que depende principalmente da posse de Bitcoin para uma plataforma operacional que integra produção de mineração, receitas financeiras e reservas de ativos, abrangendo armazenamento de ativos, mineração, tecnologia financeira e mercados de capitais.
Q3: Qual o papel de Strike e Elektron na fusão?
A3: Strike fornece serviços financeiros de compra, venda, posse e empréstimo de Bitcoin em mais de 100 países; Elektron contribui com cerca de 50 EH/s de poder de mineração e custos de produção abaixo de 60.000 USD por Bitcoin. Ambos representam as “receitas” e a “produção” na nova plataforma.
Q4: Como será a gestão da entidade após a fusão?
A4: A Tether planeja nomear Raphael Zagury, fundador da Elektron, como presidente da entidade, liderando operações de mineração e mercados de capitais; Jack Mallers, fundador da Strike, continuará focado em produtos, marca e negócios de Bitcoin para consumidores.
Q5: Quais são as principais dúvidas do mercado sobre essa fusão?
A5: As dúvidas centram-se na capacidade de execução da integração, riscos regulatórios e na dependência do preço do Bitcoin para a lucratividade da mineração. Além disso, o setor está passando por uma fase de diferenciação, com mineradoras diversificando suas estratégias, o que pode impactar a competitividade da entidade consolidada.