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O cessar-fogo não é uma rendição — os dez pontos finais do Irão
7 de abril, Trump afirmou que “o Irão foi praticamente destruído”; 8 de abril, o Irão anunciou que aceitava o cessar-fogo — mas, no seu plano de dez pontos, as condições apresentadas pelo Irão abrangem quase todas as exigências fundamentais, desde a suspensão das sanções até à retirada das forças militares dos EUA, do controlo do Estreito de Ormuz à legalização das atividades de enriquecimento de urânio. Este “cessar-fogo” — afinal, quem está a ceder a quem?
I. O plano de dez pontos do Irão: uma lista de exigências abrangente
Na madrugada de 8 de abril, o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão divulgou uma declaração, na qual publicou, em detalhe, o plano de dez pontos entregue aos Estados Unidos através do Paquistão. A declaração abre com total clareza ao afirmar que o Irão já alcançou praticamente todos os objetivos nesta guerra; que o inimigo “sofreu uma derrota histórica e completa”; e que a parte iraniana “continuará a luta até consolidar os grandes resultados obtidos, estabelecendo um novo quadro de segurança e político na região”.
O núcleo do plano de dez pontos inclui:
Primeiro, coordenar com as forças armadas iranianas para conseguir uma passagem controlada pelo Estreito de Ormuz, conferindo ao Irão uma posição económica e geopolítica única; segundo, acabar com a guerra contra todos os membros do “Eixo da Resistência” e pôr fim à agressão do regime de Israel; terceiro, retirar as forças militares de combate dos EUA de todas as bases e pontos de implantação na região; quarto, estabelecer um acordo de navegação segura no Estreito de Ormuz, garantindo a posição de liderança do Irão no mesmo; quinto, avaliar e compensar integralmente as perdas sofridas pelo Irão; sexto, revogar todas as sanções de primeira e segunda categoria contra o Irão, revogar as resoluções do Conselho de Segurança e as resoluções relacionadas com o Organismo Internacional de Energia Atómica; sétimo, libertar todos os ativos e bens iranianos congelados no estrangeiro; oitavo, aceitar as atividades de enriquecimento de urânio do Irão; nono, terminar as resoluções relevantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e as resoluções relevantes do Conselho de Governadores do Organismo Internacional de Energia Atómica; décimo, parar todas as batalhas nas frentes, incluindo no Líbano. Por fim, todos estes pontos devem ser aprovados numa resolução vinculativa do Conselho de Segurança.
Importa notar que a parte iraniana declarou de forma inequívoca que o cessar-fogo não significa o fim da guerra: só quando todos os princípios do plano de dez pontos do Irão forem aceites e todos os pormenores forem finalmente confirmados nas negociações é que o Irão concordará, em definitivo, com o fim da guerra. Por outras palavras, para o Irão, o cessar-fogo é apenas o ponto de partida das negociações, e não o ponto final de uma cedência.
II. Estreito de Ormuz: a alavanca estratégica mais central do Irão
Durante todo o conflito, o Estreito de Ormuz foi sempre o trunfo negocial mais central do Irão. No próprio dia em que o acordo de cessar-fogo foi alcançado — 7 de abril — o porta-voz da Comissão de Segurança Nacional e de Política Externa do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, afirmou de forma clara, numa entrevista televisiva, que a história do Estreito de Ormuz deve ser dividida em dois períodos: antes e depois desta “guerra imposta”. Sublinhou que o Estreito de Ormuz não voltará ao estado anterior; que navios militares ou terroristas não conseguirão passar facilmente no estreito; que o Irão está a preparar medidas especiais para garantir a segurança do Estreito de Ormuz e que estas medidas serão confirmadas através de legislação.
A declaração do ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão também confirma esta posição de longa data: o Estreito de Ormuz alcançará navegação segura no prazo de duas semanas — mas isso depende da condição de que “os ataques contra o Irão cessem”.
III. O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão: Trump fez concessões
Em 8 de abril, a parte iraniana descreveu explicitamente a concretização do acordo de cessar-fogo como uma “concessão” de Trump. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Alaragchi, afirmou que a decisão de Trump de suspender temporariamente o cessar-fogo por duas semanas é um reconhecimento da posição do Irão. Sublinhou que, se os ataques contra o Irão pararem, os navios conseguirão passar com segurança pelo Estreito de Ormuz nas próximas duas semanas.
Em consonância com isto, a declaração do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão qualificou o acordo de cessar-fogo como uma “vitória” do Irão e salientou que todos os acordos alcançados nas negociações se tornarão direito internacional vinculativo, trazendo ao Irão uma importante vitória diplomática. A declaração acrescentou ainda um aviso importante: caso as negociações falhem, o Irão está pronto para lutar.
IV. A intervenção da China no último momento: impulsionar a aceitação do cessar-fogo por parte do Irão
Vale salientar que a concretização do acordo de cessar-fogo não dependeu apenas do Paquistão. Segundo o The New York Times, a 7 de abril, três funcionários iranianos revelaram que, antes da concretização do acordo, o Paquistão havia conduzido uma intensa mediação diplomática, e que a China também interveio na fase final, instando o Irão a manter a contenção, a demonstrar flexibilidade e a aliviar a situação. A Associated Press referiu que um funcionário de um país mediador declarou que, à medida que o prazo final se aproximava, a parte chinesa e o vice-presidente dos EUA, Vance, contribuíram para fazer com que os EUA e o Irão chegassem a acordo; nesse processo, a parte chinesa conseguiu ajudar a persuadir o Irão a aceitar o cessar-fogo.
Esta informação mostra que a concretização do acordo de cessar-fogo foi o resultado de esforços diplomáticos multilaterais, e não apenas uma decisão unilateral de uma das partes.
Resumo: A postura do Irão de aceitar o cessar-fogo está em tensão com o conteúdo do seu plano de dez pontos — formalmente, trata-se de uma “aceitação do cessar-fogo”; na prática, é uma lista de exigências abrangente que inclui a revogação das sanções, a retirada das forças militares dos EUA, o controlo permanente do Estreito de Ormuz e a legalização das atividades de enriquecimento de urânio. Trump afirmou nas redes sociais que “recebeu as dez recomendações do Irão e considera que são uma base viável para as negociações”, mas a parte iraniana declarou, ao mesmo tempo, de forma inequívoca, que “o cessar-fogo não significa o fim da guerra” e que “se as negociações falharem, está preparado para lutar”. A 10 de abril, as partes EUA e Irão iniciarão, em Islamabad, capital do Paquistão, negociações com a duração de duas semanas — mas, face ao tamanho das diferenças entre as posições de ambas as partes, permanece incerto se duas semanas serão suficientes para colmatar as divergências.
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