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Segundo Arthur Hayes, o bitcoin poderia superar seus recordes face a uma crise bancária alimentada pela IA
Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, alerta os mercados sobre uma ruptura importante: o bitcoin apresenta uma divergência crescente em relação aos mercados bolsistas tradicionais. Enquanto o preço da principal criptomoeda recuou significativamente para cerca de 68.480 dólares (contra um pico de 126.080 dólares), essa disparidade com a relativa estabilidade do Nasdaq esconde, segundo ele, uma mensagem muito mais preocupante — uma destruição massiva de crédito que forçaria a Reserva Federal a intervir de forma maciça, catalisando uma nova valorização do bitcoin.
O alerta do cofundador da BitMEX: uma divergência reveladora
Numa análise recente, Arthur Hayes aponta a performance divergente do bitcoin e das ações tecnológicas. Enquanto o Nasdaq resistiu às recentes tempestades, o bitcoin sofreu uma correção mais acentuada, caindo de 126.000 dólares para o nível atual. Essa trajetória distinta não é casual: Hayes a qualifica como um “sinal de alerta global sobre o estado da liquidez monetária”.
«O bitcoin é o ativo mais sensível às variações na oferta de crédito monetário», explica Hayes no seu último ensaio intitulado “This Is Fine”. Essa sensibilidade faz do bitcoin um barómetro muito mais fiável do que os índices bolsistas tradicionais para detectar turbulências creditícias subjacentes.
Cenário catastrófico: a inteligência artificial como vetor de destruição de crédito
A previsão alarmista de Arthur Hayes baseia-se num modelo económico preciso. Se a inteligência artificial substituir sequer 20% dos cerca de 72 milhões de trabalhadores do setor terciário americano, isso provocaria aproximadamente 557 bilhões de dólares em incumprimentos de créditos ao consumo e créditos imobiliários. Uma catástrofe equivalente à metade da crise de 2008.
«A deflação é inicialmente prejudicial, mas acaba por beneficiar ativos sensíveis ao crédito monetário como o bitcoin», sustenta Hayes. Essa lógica apoia-se numa dinâmica bem conhecida: os mercados reconhecem primeiro o choque deflacionista, o que explica as quedas atuais. Depois, uma vez que os bancos centrais avaliem a dimensão do problema, eles desplegam instrumentos monetários massivos.
O ouro face ao bitcoin: outro sinal de alerta
Hayes levanta um ponto adicional: o desempenho recente do ouro comparado ao bitcoin constitui um aviso extra. «Uma subida do ouro enquanto o bitcoin recua indica claramente que um evento deflacionário e de risco dentro do sistema monetário internacional se prepara», observa o cofundador da BitMEX.
Essa divergência evidencia a perceção que os investidores têm dos eventos vindouros: o ouro beneficia do medo imediato, enquanto o bitcoin antecipa a intervenção monetária futura.
A reação da Reserva Federal: o momento decisivo
Segundo Arthur Hayes, tudo muda quando a Fed intervém com medidas de liquidez de emergência, semelhante à sua resposta de março de 2023 face às falências bancárias regionais. «Uma vez que a Reserva Federal lance o seu programa de resgate, o bitcoin reagirá de forma decisiva e avançará para novos máximos históricos», prevê Hayes.
No entanto, o caminho para essa recuperação comporta riscos. Hayes reconhece que uma maior dor económica pode ocorrer antes que a Fed reaja. O bitcoin pode cair abaixo dos 60.000 dólares, especialmente se bloqueios políticos atrasarem a mobilização dos instrumentos monetários.
Recomendações para investidores em criptomoedas
Face a este cenário incerto, Arthur Hayes formula conselhos práticos para navegar nesta fase delicada. Os investidores devem, antes de tudo, manter uma posição líquida, evitar endividamento excessivo e manter a paciência. «Aguardem pelo sinal da Reserva Federal indicando que os mecanismos de liquidez estão a abrir-se, e então direcionem as poupanças para ativos de risco», resume Hayes.
Esta estratégia de paciência baseia-se na ideia de que a verdadeira oportunidade não surgirá no fundo do mercado, mas no início da resposta monetária — o momento em que os bancos centrais reconhecem publicamente a crise e ativam as suas armas.