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A Essência do Burn e Buyback em Criptomoedas: Guia Completo de Estratégias de Redução de Oferta
No mundo das criptomoedas, existem duas estratégias importantes para manter o valor: “queima” e “recompra”. Embora pareçam semelhantes à primeira vista, elas têm mecanismos e objetivos diferentes. Para os investidores, compreender essas diferenças é essencial para avaliar o verdadeiro valor de um projeto.
Noções básicas sobre a queima de tokens: como as criptomoedas desaparecem permanentemente
Na criptomoeda, a queima refere-se ao processo de remover tokens de circulação de forma definitiva. Especificamente, os tokens são enviados para um endereço de carteira inacessível (conhecido como endereço de queima ou endereço zero), tornando-os inacessíveis a qualquer pessoa. Isso significa, na prática, que a moeda desaparece do mercado.
O processo de queima pode ser realizado por qualquer pessoa que possua a criptomoeda, mas, na maioria dos casos, é executado estrategicamente pela equipe de desenvolvimento do projeto. Isso porque, ao queimar moedas, a oferta diminui, aumentando a escassez dos tokens restantes. Com maior escassez, com base na lei da oferta e da procura, há potencial para aumento de preço.
O aumento de atenção à queima surgiu com projetos que começam com preços baixos e, posteriormente, reduzem artificialmente a oferta de tokens, elevando o valor. Por exemplo, um projeto que inicia com 1 trilhão de tokens, mesmo que valendo poucos cêntimos, pode queimar bilhões de tokens, criando expectativas de valorização futura.
Porém, há pontos importantes a considerar. A valorização dos tokens queimados não é garantida. Muitos participantes do mercado consideram que a queima não traz benefícios reais. Além disso, projetos maliciosos podem alegar que estão queimando tokens, quando na verdade estão enviando tokens para suas próprias carteiras.
Mecanismo de recompra: uma outra forma de controlar a oferta de criptomoedas
A recompra é uma estratégia onde uma empresa usa seus recursos para adquirir parte de seus tokens ou ações no mercado. É semelhante ao buyback de ações no mercado financeiro tradicional. O importante é que os tokens recomprados não são queimados, mas permanecem sob controle da empresa em uma carteira própria.
Assim, enquanto a queima elimina tokens de forma definitiva, a recompra mantém os tokens sob posse do projeto. Ambos visam aumentar o valor ao reduzir a oferta, mas diferem na forma de tratamento final dos tokens.
O Binance Coin (BNB) é um exemplo de sucesso na estratégia de recompra. A Binance realiza recompras trimestrais usando 20% de sua receita de troca, e queima os tokens adquiridos. Em 18 de outubro de 2021, na 17ª queima de BNB, foram removidos 1.335.888 tokens do mercado. Programas de recompra automáticos e periódicos, controlados por contratos inteligentes, trazem previsibilidade e confiança ao mercado.
Ao contrário do mercado de ações tradicional, a recompra de criptomoedas é automatizada e garantida. Os investidores confiam no processo pré-programado, sem depender de mudanças de decisão da equipe.
PoB vs PoS: novas formas de mineração usando queima
Prova de Queima (PoB) é um mecanismo de consenso usado em algumas blockchains, onde os mineradores obtêm direito de criar blocos ao queimar tokens de criptomoeda. É mais eficiente em energia do que a Prova de Trabalho (PoW) e melhora a sustentabilidade da rede.
Ao transferir moedas para um endereço de queima, a quantidade queimada determina proporcionalmente a chance de mineração de um bloco. Esse processo consome poucos recursos e mantém a rede ativa e flexível.
Por outro lado, o PoB difere do Prova de Participação (PoS). Como os tokens são destruídos, os participantes não podem recuperar seus tokens após a mineração, ao contrário do PoS, onde podem reter seus ativos. Além disso, o PoB pode levar à centralização, pois grandes mineradores podem dominar a rede devido ao seu poder de queima, o que representa um risco de centralização. Para mitigar isso, às vezes é usado um mecanismo de redução de recompensa (decay).
Efeitos práticos e críticas: os prós e contras da redução de oferta
Tanto a queima quanto a recompra visam ajustar a dinâmica de oferta e procura, influenciando o preço. Em teoria, a redução de oferta tende a estabilizar ou valorizar o preço a longo prazo.
Porém, há críticas. Uma moeda deflacionária pode desencorajar o consumo, e a diminuição contínua de tokens pode prejudicar a capitalização do projeto. Se a taxa de queima superar o crescimento natural, o sistema pode se concentrar demais na propriedade, prejudicando liquidez e valor de longo prazo.
Além disso, as motivações por trás dessas ações variam. Algumas justificativas legítimas incluem correções de erros econômicos ou estabilização de preços. Outras, porém, podem ser motivadas por interesses especulativos, manipulação de mercado ou hype excessivo. Os participantes devem sempre analisar criticamente os anúncios de projetos.
Para investidores, a realização de recompra ou queima pode ser um sinal de potencial valorização, ou uma oportunidade de venda, dependendo da avaliação do projeto.
Exemplos do setor e perspectivas futuras: evolução das estratégias em criptomoedas
No mercado financeiro tradicional, empresas usam recursos próprios para estabilizar preços há anos. A indústria de criptomoedas também adota essas práticas.
Grandes projetos como Binance e Nexo implementam estratégias de recompra. Por exemplo, o programa de recompra da Nexo baseia-se na avaliação de que seus ativos estão subavaliados, reduzindo estrategicamente a quantidade de tokens em circulação para ajudar na valorização e crescimento sustentável.
Projetos emergentes como Shiba Inu (SHIB) também realizam programas de queima, enviando parte dos lucros para carteiras de queima, indicando uma diversificação nas estratégias de gestão de tokens.
Em resumo, queima e recompra são ferramentas essenciais para que projetos de criptomoedas gerenciem a oferta e mantenham o valor dos tokens. Contudo, os investidores devem sempre verificar as motivações e a transparência por trás dessas ações. Avaliar o projeto a longo prazo, sua sustentabilidade e clareza é fundamental para decisões de investimento sólidas.