A multidão atual tem uma característica: quando não conversas com a pessoa, achas-a comum, sem nada de especial.


Assim que conversas com ela, percebes que não é má, tem ideias interessantes, personalidade, valores bem definidos e princípios. Então valorizas-a mais.
Se expandires este período temporal, essas pessoas com ideias e valores tornam-se novamente comuns, como se as qualidades internas apreciáveis não produzissem qualquer feedback externo relevante. Comportamentalmente, continuam apenas a comer e beber, indistinguíveis da massa.
O que realmente me intriga é: essas qualidades internas admiráveis e valiosas são resultado de um maior discernimento social + elevação geral do nível intelectual, criando uma "nova mediocridade", ou será que as qualidades internas valiosas simplesmente têm pouca utilidade na sociedade atual?
A sensação que me fica é como se o sistema do jogo tivesse sido totalmente atualizado, os modelos dos personagens mais refinados, mas os NPC continuam sendo NPC.
Estão acordados, mas não o suficiente para se levantarem e correrem; veem a outra margem, mas continuam a viver nesta margem no cansaço de viagens constantes.
A sensação que me transmitem é de fragmentação: dizem uma coisa, fazem outra.
As pessoas embrulham vidas rasas em pensamentos profundos.
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