Gate News informa que, a 12 de março, a CEO da Feishu, Xie Xin, publicou ontem nas redes sociais um artigo distinguindo as diferenças essenciais entre os cenários de uso de dois tipos de AI Agents, pessoais e empresariais. Ela acredita que, em computadores pessoais, rodar um Agent é uma exploração, onde erros podem ser corrigidos e tentados novamente; já no contexto empresarial, usar um Agent é uma questão de responsabilidade, pois erros podem levar à exclusão de arquivos ou vazamento de dados. Xie Xin afirmou: «O limite de capacidade do Agent é empolgante, mas o limite de segurança determina que ele não pode realmente entrar no cenário de trabalho. Sem resolver as questões de confiança e segurança, quanto mais poderoso, mais perigoso ele será.»
No final do texto, Xie Xin destacou: «Essa também é uma questão que queremos ajudar a resolver, para que tanto indivíduos quanto empresas possam criar lagostas de forma mais conveniente e segura.» Desde o Ano Novo Chinês, a febre das lagostas se espalhou, e um grande número de usuários optou por integrar o OpenClaw ao Feishu, levando a um aumento rápido no número de usuários e na atividade na plataforma em apenas um mês. Recentemente, a Feishu lançou várias funcionalidades complementares, incluindo a solução de implantação com um clique do OpenClaw, lançada em 9 de março, e o guia de proteção e governança de segurança do OpenClaw, divulgado na mesma data.