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Quando irão subir as criptomoedas em 2026? Vamos analisar os três principais catalisadores
Desde o início de 2026, o mercado de criptomoedas está a passar por uma importante reestruturação. Bitcoin e outros ativos digitais estão a ser negociados num ambiente moldado por incertezas geopolíticas e entradas e saídas de capital institucional. Então, quando é que as moedas vão subir? A resposta parece depender de quando serão ativados os três principais catalisadores.
Por que o preço do Bitcoin está atualmente a recuperar
No final de 2025, o Bitcoin estava cerca de 80.000 dólares, e no início de 2026 conseguiu ultrapassar esse nível. Embora tenha tocado em 97.000 dólares em breve, os dados mais recentes mostram que o Bitcoin está atualmente a negociar-se em torno de 66,96 mil dólares, com uma queda de 1,92% nas últimas 24 horas, e o seu preço máximo histórico foi de 126,08 mil dólares.
Segundo Greg Cipolaro, da NYDIG Research, a principal razão para esta reestruturação foi a incerteza política nos Estados Unidos. As tensões contínuas entre Donald Trump e o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, são comparadas às pressões que Richard Nixon exerceu sobre o banco central no passado. Cipolaro explica: “A história mostra que a intervenção política na política monetária quase sempre resulta em consequências negativas — inflação mais elevada, perda de credibilidade dos bancos centrais e moedas mais fracas são efeitos típicos”, esclarecendo por que o Bitcoin se tornou uma opção preferencial nestas incertezas.
O ambiente macroeconómico também parece apoiar as moedas. Com a oferta monetária global a atingir níveis recorde, ouro, prata e outros metais preciosos estão a subir rapidamente. Nesse contexto, o Bitcoin é visto como “ouro digital”, atraindo investidores como reserva de valor sem a intervenção de um Estado.
O ciclo de quatro anos das criptomoedas acabou?
Na história do mercado de criptomoedas, há um padrão recorrente: ciclos de quatro anos impulsionados por eventos de halving do Bitcoin. A cada aproximadamente quatro anos, o evento reduz pela metade a recompensa por validar novos blocos na blockchain, levando historicamente a períodos de alta no Bitcoin e no mercado mais amplo de criptomoedas.
No entanto, segundo a análise do market maker Wintermute, este ciclo de quatro anos pode ter chegado ao fim. “2025 não trouxe o aumento esperado, mas pode marcar o início de uma transição das criptomoedas de um ativo especulativo para uma classe de ativos mais consolidada”, afirmou.
Historicamente, os lucros do Bitcoin eram transferidos para o ether, depois para outras altcoins importantes, e por fim para tokens mais especulativos. Após esse ciclo, o mercado voltava às ações. Mas esse mecanismo de transmissão parece ter mudado. Segundo dados OTC da Wintermute, em 2025, a duração média dos rallies de altcoins foi de apenas 20 dias, enquanto em 2024 ultrapassou os 60 dias. Os investidores de retalho começaram a focar em tokens alternativos, como inteligência artificial, elementos de terras raras e computação quântica, em vez de alocar capital em tokens mais tradicionais.
Quando os investimentos institucionais e ETFs podem impulsionar as moedas?
Um dos principais catalisadores que podem expandir o mercado de criptomoedas é a ampliação de instrumentos institucionais. ETFs de Solana (SOL — atualmente a 82,39 dólares) e XRP (1,35 dólares) já estão a ser negociados. Além disso, há pedidos de ETFs ligados a várias altcoins em fase de análise.
Segundo a Wintermute, se as bolsas e empresas de tesouraria começarem a incluir um conjunto mais amplo de ativos digitais, o impacto no mercado pode ser maior. Os ETFs e fundos de ativos digitais (DATs) transformaram-se em “jardins cercados por muros”. Continuam a atrair grandes capitais, mas não direcionam naturalmente o capital para um mercado mais amplo.
Será que as moedas podem subir em 2026? Três cenários para o futuro
De acordo com a previsão do analista Wintermute, a resposta a quando as moedas vão subir depende de três cenários:
Primeiro cenário — Retorno do efeito de ativos: Uma forte valorização do Bitcoin ou do Ethereum pode gerar capital que se espalhará para o mercado mais amplo de altcoins. O Ethereum está atualmente a negociar a cerca de 1,95 mil dólares.
Segundo cenário — Retorno dos investidores de retalho: Investidores de ações que retornarem ao mercado de criptomoedas, com novas entradas de stablecoins e uma disposição de risco renovada, podem impulsionar o mercado.
Terceiro cenário — Expansão institucional: A inclusão de mais ativos digitais por parte de produtos institucionais (ETFs e DATs) pode ampliar significativamente a liquidez, indo além de grandes ativos para um mercado mais diversificado.
Wintermute afirma: “Os resultados dependerão de um desses gatilhos, se irão ampliar a liquidez de forma significativa além de alguns grandes ativos ou se a concentração continuará”, destacando a incerteza sobre quando as moedas subirão em 2026.
Desenvolvimentos regionais: aumento do uso de criptomoedas na América Latina
De uma perspetiva global, a América Latina está a experimentar um crescimento rápido no mercado de criptomoedas. Brasil e Argentina lideram, com volumes de negociação a aumentarem 60% em 2025, atingindo 730 mil milhões de dólares. Stablecoins estão a desempenhar um papel crucial em remessas e pagamentos transfronteiriços. Estes usos indicam o início de uma adoção mais ampla, que pode contribuir para a expansão do mercado a longo prazo.
Resumindo, a resposta para quando as moedas vão subir em 2026 parece depender do aprofundamento da aceitação institucional, do retorno do interesse de retalho e das incertezas macroeconómicas. Enquanto isso, principais ativos como Bitcoin e Ethereum estão em fase de consolidação, num período de observação atento a desenvolvimentos importantes.