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Profundidade da queda das criptomoedas: a queda contínua do Bitcoin por 5 meses indica uma mudança estrutural no mercado
O mercado de Bitcoin enfrenta uma fase de queda histórica. Quatro meses consecutivos de declínio mensal representam o pior desempenho desde o mercado baixista de 2018, estando atualmente em torno de $67,38 mil. Analistas de mercado apontam que esta correção no mercado de criptomoedas não é apenas uma flutuação de preços, mas reflete uma mudança fundamental na forma como o mercado avalia ativos de risco.
A queda do Bitcoin em fevereiro de 2026 atingiu cerca de 20%, totalizando uma queda superior a 25% no ano. Desde a máxima de outubro, a queda chegou a 52%. Essa sequência de quedas é a mais longa desde o mercado baixista de 2018 a 2019, indicando uma rápida deterioração do sentimento do mercado.
Mudança rápida nos critérios de avaliação pressionam o mercado de criptomoedas
“Não estamos apenas vendo fraqueza no mercado, mas um processo de mudança nos critérios de avaliação de como o mercado percebe o valor dos ativos de risco”, afirma Matty Greenspan, analista sênior da eToro e fundador da Quantum Economics.
Por trás dessa mudança estrutural, há fatores de mercado complexos. O agravamento de questões tarifárias, a postura das autoridades financeiras e o aumento das tensões geopolíticas estão acelerando a queda do mercado de criptomoedas devido ao rápido agravamento do ambiente macroeconômico. Especialmente, há uma possibilidade de que o Bitcoin esteja sendo solicitado a mudar de seu papel tradicional como ativo de risco para outro.
Dados de mercado indicam uma mudança rápida no comportamento dos investidores no universo das criptomoedas. Observa-se uma expansão acelerada do uso de criptomoedas em mercados emergentes. Na América Latina, a previsão é de que o volume de negociações em 2025 atinja US$ 730 bilhões, um aumento de 60%, liderado por Brasil e Argentina. Por outro lado, há uma forte pressão de venda de Bitcoin nos mercados desenvolvidos, revelando uma divisão clara no mercado.
Mercado de criptomoedas enfrenta múltiplas adversidades simultaneamente
Jonatan Randing, analista sênior de mercado da PrimeXBT, analisa que o mercado de criptomoedas atualmente está sob múltiplas pressões. Nos últimos cinco semanas, houve uma saída de US$ 3,8 bilhões em fundos de ETFs, tensões tarifárias crescentes e o Federal Reserve ainda não sinalizou claramente uma redução de juros, tudo isso pesando sobre o sentimento dos investidores.
O movimento entre criptomoedas e outros ativos está claramente divergente. Enquanto o ouro subiu cerca de 48% desde setembro, consolidando-se como um ativo seguro, o Bitcoin caiu aproximadamente 41% no mesmo período. Por outro lado, ações de tecnologia, incluindo empresas relacionadas à IA, continuam firmes, evidenciando que o Bitcoin não está bem posicionado em nenhuma dessas categorias.
“O mercado de criptomoedas atualmente carece de uma narrativa clara e está sendo pressionado de várias direções”, afirma Randing. Essa observação sugere que os participantes do mercado podem estar perdendo a definição do papel do Bitcoin.
Divergência com ações de tecnologia sugere mudança de posição do Bitcoin
Um problema mais profundo é que a correlação entre criptomoedas e ativos de risco em geral está extremamente instável. O coeficiente de correlação entre Bitcoin e Nasdaq nos últimos 20 dias variou de -0,68 no início de fevereiro a +0,72 no meio do mês, com oscilações rápidas.
Segundo Randing, “o mais importante não é a perda de correlação, mas a extrema instabilidade, que é um sinal de que o mercado está mudando sua percepção”. Normalmente, em ambientes de risco elevado, um ativo que fica para trás indica sua fraqueza relativa. Em outras palavras, o mercado está começando a tratar o Bitcoin não mais como um ativo de risco tradicional, mas como um ativo sensível à liquidez e de natureza especial.
Greenspan sugere que essa mudança pode indicar uma “alteração na narrativa estrutural”. “A narrativa de que o Bitcoin é uma alternativa neutra ao sistema fiduciário baseado em dívida sempre foi consistente. Mas, se estiver ocorrendo uma mudança para uma posição de hedge soberano, a divergência com ações pode não ser apenas fraqueza, mas um sinal de fatores estruturais de alta”, afirma.
Sinal de fundo ou mais ajustes: indicadores técnicos apontam para um ponto de inflexão
Do ponto de vista técnico, a situação é complexa. O Índice de Força Relativa (RSI) do Bitcoin atingiu níveis historicamente baixos. Além disso, os endereços acumuladores têm absorvido cerca de 372.000 BTC desde o final de dezembro, um sinal clássico de que o ciclo pode estar no fundo.
Porém, é preciso cautela histórica. Em quedas passadas, esses indicadores, mesmo indicando fundos, foram seguidos por quedas adicionais de 30% a 40%. A queda atual de 52% ainda pode estar na metade de uma correção maior, especialmente ao se comparar com as perdas de mais de 80% em mercados baixistas anteriores.
Por outro lado, o sentimento também deve ser considerado. Greenspan observa que “quando os fundamentos de longo prazo permanecem sólidos, mas o sentimento se torna excessivamente pessimista, as reversões tendem a ser rápidas”.
Há opiniões divergentes no mercado. A maioria acredita que, até que o Bitcoin recupere a zona de US$ 68.000 a US$ 72.000, a tendência de baixa continuará. Por outro lado, US$ 60.000 é visto como um suporte importante de curto prazo, com a média móvel de 200 semanas (cerca de US$ 58.500) logo abaixo.
Na situação atual, o equilíbrio entre sinais de fundo técnico e pressão de venda contínua torna difícil a tomada de decisão dos participantes. O recorde de cinco meses de queda mensal não é apenas uma estatística, mas simboliza uma fase de mudança estrutural no mercado de criptomoedas.
Se uma mudança fundamental na percepção estiver ocorrendo, ela provavelmente se desenvolverá ao longo de vários anos, não meses. O mercado de criptomoedas está agora em busca de uma nova base de avaliação.