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Coreano intoxicou um sócio de negócios após perder $800 000 na queda do bitcoin
A Procuradoria acredita que o homem envenenou o sócio devido às perdas em investimentos em criptomoedas.
Ele misturou no café um inseticida proibido chamado metomil, e a vítima passou três dias em coma.
O caso tornou-se parte de uma série de crimes relacionados com investimentos em ativos criptográficos.
A Procuradoria do Distrito Oriental de Seul apresentou acusação contra um homem de 39 anos por tentativa de homicídio e violação da lei de controlo de pesticidas. Isto ocorreu devido a um conflito em torno de investimentos em bitcoin, escreve o CD.
Segundo as investigações, o suspeito tentou envenenar o seu sócio de negócios devido a perdas financeiras.
O incidente ocorreu a 23 de novembro de 2025, num café perto do lago Sokchhon, na área de Songpa-gu. O suspeito entregou ao sócio um café, no qual, segundo a procuradoria, foi misturado metomil — um inseticida tóxico proibido de usar.
A vítima perdeu a consciência pouco depois de consumir a bebida e foi hospitalizada na unidade de cuidados intensivos. A vítima do envenenamento passou três dias em coma, e os médicos tiveram dificuldades em estabilizar o seu estado, de acordo com o relatório policial.
Agora ele está a receber tratamento e necessita de acompanhamento médico, disseram os investigadores.
De acordo com as autoridades, os homens geriram um negócio conjunto desde 2022 e administraram fundos através de programas de investimento ligados ao bitcoin. O conflito agravou-se após um dos sócios perder mais de $811 000 em investimentos pessoais e não conseguir recuperar os fundos.
Conflito em torno de criptomoedas
Os investigadores acreditam que a tensão entre os sócios aumentou durante a queda do valor da criptomoeda.
Na altura do incidente, o ativo já tinha perdido cerca de um terço do seu valor máximo histórico de aproximadamente $126 000. Isto aumentou significativamente a pressão sobre os investidores.
Os procuradores afirmam que o suspeito adquiriu a toxina com antecedência e começou a planear o ataque após a gestão dos fundos da empresa passar para o sócio. A primeira audiência judicial está marcada para 10 de março de 2026, no Tribunal Distrital Oriental de Seul.
O caso ocorre num contexto de aumento do número de crimes relacionados com ativos criptográficos e disputas de investimento. Analistas registam um aumento de casos de pressão física sobre proprietários de criptomoedas e participantes em transações, incluindo ameaças, sequestros e ataques. Nos últimos anos, esses incidentes ocorreram em vários países, desde invasões às casas de gestores de empresas até sequestros com o objetivo de forçar o acesso a carteiras digitais. Especialistas associam isso ao aumento do valor dos ativos e à ausência de controlo centralizado sobre os fundos.