#巴西提出国家比特币储备替代案 Brasil propõe comprar 1 milhão de Bitcoins em 5 anos! O primeiro projeto de lei de “Reserva de BTC a nível nacional + isenção de impostos + pagamento de impostos” dos países do BRICS surpreende
Em 13 de fevereiro de 2026, a Comissão de Desenvolvimento Econômico (Comissão de Desenvolvimento Econômico, CDE) da Câmara dos Deputados do Brasil realmente está avançando com um processo legislativo sobre uma reserva estratégica de Bitcoin a nível nacional, tendo já apresentado um texto substitutivo, que reflete uma orientação de política mais agressiva e abrangente do que a versão inicial. A seguir, uma análise sistemática dos pontos-chave:
1. Linha do tempo da evolução legislativa 25 de novembro de 2024: o deputado Eros Biondini propõe o PL 4501/2024, sugerindo oficialmente a criação da RESBit (Reserva Estratégica Soberana de Bitcoin), com o objetivo de incluir o Bitcoin na reserva cambial do país, com limite de 5% das reservas internacionais (considerando as reservas de aproximadamente 355 bilhões de dólares na época, cerca de 175–186 bilhões de dólares). 20 de agosto de 2025: a CDE realiza sua primeira audiência pública, convidando o Banco Central, o Ministério da Fazenda, associações do setor de criptomoedas, entre outros. Discutiram-se a arquitetura técnica, controle de risco com IA, transparência na auditoria e possíveis colaborações com a moeda digital do Banco Central, DREX. O Banco Central do Brasil manifestou oposição, preocupando-se com a alta volatilidade do Bitcoin (volatilidade anualizada de cerca de 45%), que poderia comprometer a segurança da reserva. 9 de fevereiro de 2026: a CDE apresenta uma versão revisada do projeto de lei, com conteúdo significativamente ampliado, deixando de limitar-se ao papel de “ativo de reserva”, e construindo uma estrutura de suporte ao ecossistema de Bitcoin a nível nacional.
2. Principais pontos do novo texto de fevereiro de 2026
Clareza na meta de aquisição Planeja-se adquirir pelo menos 1 milhão de Bitcoins em 5 anos (com base no preço de mercado atual, aproximadamente 117 mil dólares por unidade, totalizando mais de 1170 bilhões de dólares), superando em muito o limite de 5% de reserva anteriormente considerado. Se realizado, isso tornaria o Brasil o maior detentor oficial de Bitcoin do mundo, até mesmo superando os cerca de 200 mil Bitcoins dos EUA e os aproximadamente 6 mil de El Salvador, várias vezes mais.
Proibição de venda de Bitcoins apreendidos por força de lei Proíbe explicitamente que o governo venda Bitcoins confiscados por ações de aplicação da lei (como combate à lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, fiscalização tributária), devendo esses ativos serem transferidos para uma carteira de reserva nacional (REPE) sob gestão única. A medida visa evitar a venda a preços baixos, fortalecer a sustentabilidade da acumulação de reservas e também ecoa a lógica do decreto executivo de Trump de 2025, que propôs transformar Bitcoins confiscados em ativos estratégicos do país.
Incentivos fiscais Permite que cidadãos e empresas usem Bitcoin para pagar parte de seus impostos (possivelmente em um projeto piloto de impostos municipais ou federais específicos). Isenta de imposto de renda os ganhos de capital em ativos digitais (especialmente Bitcoin), com o objetivo de estimular a manutenção de longo prazo e atrair fluxos de capital de criptomoedas globais.
Ênfase na soberania e liberdade do usuário O projeto de lei garante explicitamente o direito de autogerenciamento (self-custody) e a liberdade de transferências sem permissão, evitando controvérsias semelhantes às enfrentadas por alguns países ao implementar CBDCs, que restringem carteiras privadas. Essa posição está alinhada com os princípios de “neutralidade tecnológica e proteção à inovação” presentes na estrutura regulatória de ativos virtuais do Brasil de 2023.
3. Desafios e controvérsias reais
Resistência do Banco Central O Banco Central do Brasil considera que o plano “carece de fundamentos de prudência macroeconômica”, podendo gerar instabilidade cambial, fuga de capitais e enfraquecer a autonomia da política monetária.
Viabilidade fiscal duvidosa A aquisição de 1 milhão de Bitcoins exigiria uma enorme despesa em moeda estrangeira. Diante do déficit fiscal atual, ainda não há uma estratégia clara de financiamento (como uso de reservas cambiais ou emissão de títulos especiais).
Reação internacional Se os países do BRICS (como Rússia, África do Sul, Índia) avançarem na compra de Bitcoin, pode surgir uma nova aliança de “desdolarização + ativos digitais”, mas também enfrentará pressão regulatória do FMI e do G7.
4. Significado geopolítico Se o projeto de lei for aprovado, marcará: A mudança do Brasil de uma postura de “regulação cautelosa” para “adoção ativa do Bitcoin como ferramenta estratégica nacional”; o primeiro grande país a integrar profundamente o Bitcoin em seus sistemas fiscal, de reserva e de política monetária; um desafio estrutural à hegemonia do dólar, especialmente na América Latina e entre países do Sul global; e um efeito de demonstração para outros países.
Atualmente, o projeto substitutivo ainda está em análise na comissão e não foi submetido ao plenário para votação. Mas seu grau de radicalismo indica que o apoio à “soberanização do Bitcoin” entre forças políticas brasileiras está crescendo. Os próximos passos incluem monitorar se o Ministério da Fazenda mudará de posição, se obterá apoio de diferentes partidos e se o Banco Central apresentará uma solução intermediária, como um projeto piloto de reserva de pequena escala. Se o projeto for aprovado, 2026 poderá se tornar o ano de adoção oficial do Bitcoin pelo país.
[O usuário compartilhou seus dados de trading. Vá para o aplicativo para ver mais.]
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
19 Curtidas
Recompensa
19
25
Repostar
Compartilhar
Comentário
0/400
CryptoChampion
· 1h atrás
Para a Lua 🌕
Ver originalResponder0
CryptoChampion
· 1h atrás
GOGOGO 2026 👊
Ver originalResponder0
Discovery
· 1h atrás
Para a Lua 🌕
Ver originalResponder0
AYATTAC
· 3h atrás
Para a Lua 🌕
Ver originalResponder0
AYATTAC
· 3h atrás
GOGOGO 2026 👊
Ver originalResponder0
repanzal
· 3h atrás
Obrigado por partilhar informações connosco. Ótimo trabalho
Ver originalResponder0
MrFlower_XingChen
· 4h atrás
Para a Lua 🌕
Ver originalResponder0
Miss_1903
· 4h atrás
GOGOGO 2026 👊
Ver originalResponder0
WinTheWorldWithWisdo
· 6h atrás
Feliz Ano Novo 🧨
Ver originalResponder0
Crypto_Buzz_with_Alex
· 7h atrás
🚀 “Energia de próximo nível aqui — posso sentir o impulso a crescer!”
#巴西提出国家比特币储备替代案 Brasil propõe comprar 1 milhão de Bitcoins em 5 anos! O primeiro projeto de lei de “Reserva de BTC a nível nacional + isenção de impostos + pagamento de impostos” dos países do BRICS surpreende
Em 13 de fevereiro de 2026, a Comissão de Desenvolvimento Econômico (Comissão de Desenvolvimento Econômico, CDE) da Câmara dos Deputados do Brasil realmente está avançando com um processo legislativo sobre uma reserva estratégica de Bitcoin a nível nacional, tendo já apresentado um texto substitutivo, que reflete uma orientação de política mais agressiva e abrangente do que a versão inicial. A seguir, uma análise sistemática dos pontos-chave:
1. Linha do tempo da evolução legislativa
25 de novembro de 2024: o deputado Eros Biondini propõe o PL 4501/2024, sugerindo oficialmente a criação da RESBit (Reserva Estratégica Soberana de Bitcoin), com o objetivo de incluir o Bitcoin na reserva cambial do país, com limite de 5% das reservas internacionais (considerando as reservas de aproximadamente 355 bilhões de dólares na época, cerca de 175–186 bilhões de dólares).
20 de agosto de 2025: a CDE realiza sua primeira audiência pública, convidando o Banco Central, o Ministério da Fazenda, associações do setor de criptomoedas, entre outros. Discutiram-se a arquitetura técnica, controle de risco com IA, transparência na auditoria e possíveis colaborações com a moeda digital do Banco Central, DREX. O Banco Central do Brasil manifestou oposição, preocupando-se com a alta volatilidade do Bitcoin (volatilidade anualizada de cerca de 45%), que poderia comprometer a segurança da reserva.
9 de fevereiro de 2026: a CDE apresenta uma versão revisada do projeto de lei, com conteúdo significativamente ampliado, deixando de limitar-se ao papel de “ativo de reserva”, e construindo uma estrutura de suporte ao ecossistema de Bitcoin a nível nacional.
2. Principais pontos do novo texto de fevereiro de 2026
Clareza na meta de aquisição
Planeja-se adquirir pelo menos 1 milhão de Bitcoins em 5 anos (com base no preço de mercado atual, aproximadamente 117 mil dólares por unidade, totalizando mais de 1170 bilhões de dólares), superando em muito o limite de 5% de reserva anteriormente considerado. Se realizado, isso tornaria o Brasil o maior detentor oficial de Bitcoin do mundo, até mesmo superando os cerca de 200 mil Bitcoins dos EUA e os aproximadamente 6 mil de El Salvador, várias vezes mais.
Proibição de venda de Bitcoins apreendidos por força de lei
Proíbe explicitamente que o governo venda Bitcoins confiscados por ações de aplicação da lei (como combate à lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, fiscalização tributária), devendo esses ativos serem transferidos para uma carteira de reserva nacional (REPE) sob gestão única. A medida visa evitar a venda a preços baixos, fortalecer a sustentabilidade da acumulação de reservas e também ecoa a lógica do decreto executivo de Trump de 2025, que propôs transformar Bitcoins confiscados em ativos estratégicos do país.
Incentivos fiscais
Permite que cidadãos e empresas usem Bitcoin para pagar parte de seus impostos (possivelmente em um projeto piloto de impostos municipais ou federais específicos). Isenta de imposto de renda os ganhos de capital em ativos digitais (especialmente Bitcoin), com o objetivo de estimular a manutenção de longo prazo e atrair fluxos de capital de criptomoedas globais.
Ênfase na soberania e liberdade do usuário
O projeto de lei garante explicitamente o direito de autogerenciamento (self-custody) e a liberdade de transferências sem permissão, evitando controvérsias semelhantes às enfrentadas por alguns países ao implementar CBDCs, que restringem carteiras privadas. Essa posição está alinhada com os princípios de “neutralidade tecnológica e proteção à inovação” presentes na estrutura regulatória de ativos virtuais do Brasil de 2023.
3. Desafios e controvérsias reais
Resistência do Banco Central
O Banco Central do Brasil considera que o plano “carece de fundamentos de prudência macroeconômica”, podendo gerar instabilidade cambial, fuga de capitais e enfraquecer a autonomia da política monetária.
Viabilidade fiscal duvidosa
A aquisição de 1 milhão de Bitcoins exigiria uma enorme despesa em moeda estrangeira. Diante do déficit fiscal atual, ainda não há uma estratégia clara de financiamento (como uso de reservas cambiais ou emissão de títulos especiais).
Reação internacional
Se os países do BRICS (como Rússia, África do Sul, Índia) avançarem na compra de Bitcoin, pode surgir uma nova aliança de “desdolarização + ativos digitais”, mas também enfrentará pressão regulatória do FMI e do G7.
4. Significado geopolítico
Se o projeto de lei for aprovado, marcará:
A mudança do Brasil de uma postura de “regulação cautelosa” para “adoção ativa do Bitcoin como ferramenta estratégica nacional”; o primeiro grande país a integrar profundamente o Bitcoin em seus sistemas fiscal, de reserva e de política monetária; um desafio estrutural à hegemonia do dólar, especialmente na América Latina e entre países do Sul global; e um efeito de demonstração para outros países.
Atualmente, o projeto substitutivo ainda está em análise na comissão e não foi submetido ao plenário para votação. Mas seu grau de radicalismo indica que o apoio à “soberanização do Bitcoin” entre forças políticas brasileiras está crescendo.
Os próximos passos incluem monitorar se o Ministério da Fazenda mudará de posição, se obterá apoio de diferentes partidos e se o Banco Central apresentará uma solução intermediária, como um projeto piloto de reserva de pequena escala.
Se o projeto for aprovado, 2026 poderá se tornar o ano de adoção oficial do Bitcoin pelo país.