Quando o banco UBS fala, é preciso ouvir Não o colapso... mas o reposicionamento
A queda do ouro de 12% em um dia não é apenas uma "correção", mas uma mensagem dos mercados sobre o futuro da política monetária americana.
Na sexta-feira passada e ao longo da semana, o metal amarelo sofreu a maior queda diária em 13 anos, afetado pela nomeação de "Kevin Warsh" para a presidência do Federal Reserve.
Este homem não é conhecido apenas por ser economista, mas por ser um "pombo" inclinado a políticas monetárias rígidas e a um orçamento controlado, reorganizando assim os investidores que apostaram por muito tempo em liquidez ilimitada.
Mas, será que o "mercado em alta" do ouro acabou?
Historicamente, os grandes ciclos do ouro não terminam apenas por medo ou por uma valorização excessiva, mas quando os bancos centrais conseguem recuperar totalmente a sua "credibilidade" monetária.
E até agora, a inflação continua a assombrar a economia,
e as dívidas globais permanecem em níveis recordes, fazendo do ouro uma "proteção atraente" indispensável.
O banco UBS vê que o que aconteceu foi apenas uma pausa na batalha; ele elevou sua previsão para o ouro para atingir 6.200 dólares por onça até meados de 2026.
A diferença entre o trader e o investidor fica evidente nestes momentos:
o trader vê os 12% como uma perda,
enquanto o investidor vê como uma oportunidade de reestruturar a carteira antes da próxima onda.
Resumindo: os mercados não se movem em linhas retas, e o ouro testa a paciência dos seus fiéis.
O poder de compra do dólar está sob uma prova real, e até que o Federal Reserve prove que consegue conter a inflação sem abalar os alicerces da economia,
o ouro continuará sendo o refúgio ao qual todos recorrem quando a visão fica turva.
Partilhe a sua opinião, vê nesta queda uma oportunidade de compra ou o início do fim do brilho do ouro
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Quando o banco UBS fala, é preciso ouvir
Não o colapso... mas o reposicionamento
A queda do ouro de 12% em um dia não é apenas uma "correção",
mas uma mensagem dos mercados sobre o futuro da política monetária americana.
Na sexta-feira passada e ao longo da semana,
o metal amarelo sofreu a maior queda diária em 13 anos,
afetado pela nomeação de "Kevin Warsh" para a presidência do Federal Reserve.
Este homem não é conhecido apenas por ser economista,
mas por ser um "pombo" inclinado a políticas monetárias rígidas e a um orçamento controlado,
reorganizando assim os investidores que apostaram por muito tempo em liquidez ilimitada.
Mas, será que o "mercado em alta" do ouro acabou?
Historicamente, os grandes ciclos do ouro não terminam apenas por medo ou por uma valorização excessiva,
mas quando os bancos centrais conseguem recuperar totalmente a sua "credibilidade" monetária.
E até agora, a inflação continua a assombrar a economia,
e as dívidas globais permanecem em níveis recordes,
fazendo do ouro uma "proteção atraente" indispensável.
O banco UBS vê que o que aconteceu foi apenas uma pausa na batalha;
ele elevou sua previsão para o ouro para atingir 6.200 dólares por onça até meados de 2026.
A diferença entre o trader e o investidor fica evidente nestes momentos:
o trader vê os 12% como uma perda,
enquanto o investidor vê como uma oportunidade de reestruturar a carteira antes da próxima onda.
Resumindo:
os mercados não se movem em linhas retas,
e o ouro testa a paciência dos seus fiéis.
O poder de compra do dólar está sob uma prova real,
e até que o Federal Reserve prove que consegue conter a inflação sem abalar os alicerces da economia,
o ouro continuará sendo o refúgio ao qual todos recorrem quando a visão fica turva.
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