No mercado de criptomoedas, surge um barulho enorme feito por aqueles que se autodenominam “analistas”, tornando-se esse ruído uma parte essencial do movimento diário do mercado. As plataformas de redes sociais estão cheias de previsões contraditórias, linhas e gráficos complexos, e títulos sensacionalistas que prometem lucros astronómicos ou alertam para colapsos iminentes. Essa quantidade de opiniões nem sempre é apresentada com o objetivo de informar, mas sim para chamar atenção, aumentar seguidores ou servir interesses ocultos.
O trader comum, como eu e muitos outros, é o primeiro a sofrer com essa realidade. Em vez de tomar uma decisão calma, baseada num plano claro, acaba por ser influenciado pelo medo ou pela ganância, devido a uma opinião aqui ou um tweet ali. Entra numa operação porque “tem medo de perder o comboio”, ou sai com prejuízo porque um analista publicou uma previsão negativa sem assumir responsabilidades pelos resultados. O problema é que a maioria desses analistas não assume as consequências das decisões dos seguidores, enquanto o trader comum paga o preço com o seu dinheiro e a sua sanidade.
Esse barulho mata a confiança, distorce o conceito de análise verdadeira, e faz o mercado parecer uma jogatina sem conhecimento. A solução não passa por seguir mais vozes, mas sim pelo contrário: reduzir o ruído, aprender por conta própria, construir uma estratégia simples, e confiar na gestão de risco. Num mercado cheio de gritos, às vezes a melhor decisão é fechar os ouvidos e confiar no seu próprio plano.
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No mercado de criptomoedas, surge um barulho enorme feito por aqueles que se autodenominam “analistas”, tornando-se esse ruído uma parte essencial do movimento diário do mercado. As plataformas de redes sociais estão cheias de previsões contraditórias, linhas e gráficos complexos, e títulos sensacionalistas que prometem lucros astronómicos ou alertam para colapsos iminentes. Essa quantidade de opiniões nem sempre é apresentada com o objetivo de informar, mas sim para chamar atenção, aumentar seguidores ou servir interesses ocultos.
O trader comum, como eu e muitos outros, é o primeiro a sofrer com essa realidade. Em vez de tomar uma decisão calma, baseada num plano claro, acaba por ser influenciado pelo medo ou pela ganância, devido a uma opinião aqui ou um tweet ali. Entra numa operação porque “tem medo de perder o comboio”, ou sai com prejuízo porque um analista publicou uma previsão negativa sem assumir responsabilidades pelos resultados. O problema é que a maioria desses analistas não assume as consequências das decisões dos seguidores, enquanto o trader comum paga o preço com o seu dinheiro e a sua sanidade.
Esse barulho mata a confiança, distorce o conceito de análise verdadeira, e faz o mercado parecer uma jogatina sem conhecimento. A solução não passa por seguir mais vozes, mas sim pelo contrário: reduzir o ruído, aprender por conta própria, construir uma estratégia simples, e confiar na gestão de risco. Num mercado cheio de gritos, às vezes a melhor decisão é fechar os ouvidos e confiar no seu próprio plano.