2027 anos diferimento fiscal, a importância da escolha do método de alocação de capital nas transações de ativos virtuais

Enquanto o governo sul-coreano adia a imposição do imposto sobre ganhos de capital em ativos virtuais para 2027, uma oportunidade estrutural se abre para os investidores. Como o ambiente continuará sem tributação sobre lucros de negociações por pelo menos 2 anos, o modo como esse período será aproveitado se torna um fator decisivo para o desempenho dos investimentos. Mesmo com movimentos de preço semelhantes, a estrutura de negociação pode alterar significativamente a rentabilidade percebida e o risco assumido.

Ambiente de negociação sem impostos, mas a escolha do método faz a diferença nos resultados

Atualmente, o mercado sul-coreano apresenta condições incomuns internacionalmente. Nos EUA e na Europa, a tributação sobre lucros de ativos virtuais já é comum, mas na Coreia ainda é possível elaborar estratégias de negociação sem considerar o imposto(pós-imposto). Isso não é apenas uma questão de política, mas afeta diretamente a forma como os investidores utilizam seu capital.

Para operações de curto prazo ou swing trading, essa diferença é ainda mais evidente. Sem a carga tributária, os lucros acumulados em períodos curtos podem ser reinvestidos integralmente, potencializando o efeito de juros compostos. A simplicidade no cálculo de relação risco-retorno também favorece estratégias de alta frequência. Quanto mais vezes se negocia, maior essa vantagem estrutural.

À medida que o Bitcoin volta a mostrar sinais de recuperação, a participação de investidores domésticos aumenta claramente. Com uma demanda crescente por negociações de curto prazo e swing trading, a escolha do método de negociação torna-se mais crucial do que nunca. Negociações à vista, CFD, investimentos indiretos — cada abordagem oferece diferentes níveis de eficiência de capital e perfis de risco, que se tornam fatores decisivos.

Negociação à vista vs CFD: diferenças fundamentais na utilização de capital

Negociar à vista em exchanges locais e usar CFDs partem de premissas distintas. A diferença mais básica está na direção da operação.

Negociação à vista é essencialmente uma aposta na alta do preço. Quando o mercado cai ou fica lateral, as opções de atuação são limitadas a esperar. Já os CFDs permitem operar tanto na alta quanto na baixa, ampliando as estratégias mesmo em mercados voláteis.

A eficiência de capital também difere. Para abrir uma posição à vista, é necessário desembolsar o valor total do ativo. Com CFDs, o uso de alavancagem possibilita participar de movimentos maiores com um capital menor, oferecendo maior flexibilidade na alocação de recursos — vantagem especialmente relevante para traders de curto prazo.

Os custos de transação também variam. Na negociação à vista, taxas de compra e venda se acumulam a cada operação, aumentando os custos totais com maior frequência de negociações. Algumas plataformas de CFD não cobram comissão, o que pode reduzir significativamente os custos em estratégias de negociações frequentes.

O gerenciamento de risco também difere. CFDs vêm com ordens de stop-loss e take-profit embutidas, permitindo fixar riscos e lucros imediatamente na entrada. Na negociação à vista, o monitoramento ativo do preço é necessário, e oscilações bruscas podem impactar diretamente os resultados finais.

Segurança e gestão tecnológica: como os CFDs superam esses obstáculos

Um dos obstáculos práticos para investidores que entram no mercado de ativos virtuais é a gestão de chaves privadas e frases-semente. Perder esses elementos impede a recuperação, e sua exposição aumenta o risco de perda total dos ativos. Essa preocupação afeta tanto iniciantes quanto investidores experientes.

Os CFDs eliminam esse problema estruturalmente. Não há necessidade de gerenciar carteiras ou frases-semente, pois não há custódia direta dos ativos. Basta abrir uma conta padrão, fazer a negociação e acompanhar o mercado, de forma semelhante à negociação de ações. O fluxo de operação — verificar preços, abrir posições, definir níveis de stop e take — é claro e intuitivo.

A preocupação com segurança também é válida. Incidentes de segurança em exchanges nacionais reforçam o receio dos investidores. Problemas com blockchains( ou tokens podem se transformar em riscos de perda de fundos na exchange. Independentemente do tamanho ou reputação da plataforma, o risco de deixar ativos sob custódia permanece.

Os CFDs, por sua vez, não envolvem essa custódia. Operam sob supervisão regulatória, com proteção básica como segregação de fundos de clientes. Como não há posse direta de tokens, o risco de hacking e vazamento de ativos é estruturalmente mitigado. Além de segurança técnica, oferecem maior tranquilidade psicológica.

A armadilha das ações relacionadas a criptomoedas: por que voltar à exposição direta ao preço é melhor

Recentemente, investidores sul-coreanos têm preferido investir em ações de empresas relacionadas a criptomoedas, como a MicroStrategy, ao invés de comprar Bitcoin à vista ou derivativos. Essa estratégia aposta na valorização de empresas que possuem ativos digitais em seus balanços.

A premissa é simples: se o preço do Bitcoin sobe, as ações dessas empresas também devem subir. Mas os dados mostram o quão instável essa relação pode ser.

Ao comparar períodos de 7 e 10 anos, o Bitcoin apresenta um retorno acumulado esmagador, enquanto as ações de empresas relacionadas a criptoativos tiveram desempenho muito mais limitado nesse mesmo período. Em certos momentos, a volatilidade foi maior e as quedas mais profundas. A correlação de longo prazo com o preço do Bitcoin não é estatisticamente consistente.

No curto prazo, essa disparidade é ainda mais evidente. Algumas ações podem subir centenas de porcento em seis meses. Contudo, esses picos dependem mais das expectativas de mercado e do fluxo de capital do que do valor real da criptomoeda.

Quando o mercado de criptoativos entra em fase de correção, a situação se inverte rapidamente. Algumas empresas recorrem a aumentos de capital ou emissão de títulos conversíveis para aliviar suas dívidas. A diluição acionária prejudica os investidores, e os preços podem despencar independentemente do valor do Bitcoin.

Assim, investir em ações relacionadas a criptoativos é uma forma indireta de exposição, que também incorpora riscos de gestão, estratégia financeira e desempenho operacional. Variáveis como resultados financeiros, captação de recursos e direção estratégica influenciam o desempenho, e em momentos de alta volatilidade, essa lacuna pode prejudicar os resultados.

Por outro lado, na situação atual, não há necessidade de recorrer a esses caminhos indiretos. A Coreia mantém a suspensão do imposto sobre ganhos de ativos virtuais, permitindo negociações diretas e transparentes, com exposição ao preço real. Evitar riscos empresariais complexos e focar na movimentação de preços é mais simples e transparente.

Compreenda a diferença entre ativos e capital e escolha sua estrutura de negociação

Na negociação de ativos virtuais, é fundamental distinguir os conceitos de ‘ativo’ e ‘capital’. Os tokens na carteira representam ‘ativos’, enquanto o valor investido na operação é ‘capital’. Negociações à vista envolvem a posse do ativo e o uso do capital ao mesmo tempo, enquanto CFDs permitem participar das variações de preço apenas com o capital.

Para investir US$100 em uma operação à vista, é necessário possuir essa quantia em tokens. Isso implica riscos de segurança, custos tecnológicos e carga psicológica.

Com CFDs, com o mesmo US$100, é possível explorar movimentos de preços maiores, aproveitando alavancagem. Assim, o mesmo capital pode gerar maior exposição, aumentando potencialmente os retornos em operações de curto prazo.

A janela de isenção de impostos até 2027 oferece uma oportunidade para refletir com calma sobre essa escolha. Optar por uma estrutura significa assumir riscos, mas também pode reduzir custos, simplificar a gestão e focar na movimentação de preços, sem se preocupar com questões empresariais ou fiscais.

Quanto maior a volatilidade do mercado, mais a simplicidade da estrutura favorece a execução. Eliminar variáveis complexas pode resultar em desempenho mais estável, mesmo em ambientes turbulentos.

Lembre-se de que a decisão de estrutura de negociação agora pode definir sua estratégia de mercado para o futuro. No longo prazo, o que você comprou importa menos do que a forma como negociou. A maneira de atuar pode ser o diferencial entre sucesso e fracasso.

O prazo até 2027 é fixo. É hora de revisar a alocação de capital e os riscos, e reavaliar sua estrutura de negociação.

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