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Os maiores detentores de reservas de ouro do mundo: Uma análise aprofundada das participações dos bancos centrais
Quando se trata de reservas de ouro, um pequeno grupo de nações domina o panorama global. Os Estados Unidos permanecem sozinhos no topo, mas vários outros países na Ásia, Europa e além detêm quantidades massivas do metal precioso—tornando-os atores cruciais nas estratégias económicas dos principais países produtores de ouro.
O Grande Quadro: Por que os Bancos Centrais continuam a comprar ouro
Durante 11 anos consecutivos, os bancos centrais em todo o mundo têm sido compradores líquidos de ouro. Em 2020, eles adquiriram 272,9 toneladas de lingotes, de acordo com o World Gold Council. Embora isso tenha sido 60% abaixo do recorde de 668 toneladas adquiridas em 2019—em grande parte devido às preocupações de liquidez causadas pela COVID-19—a tendência revela algo importante: o ouro continua a ser uma reserva de valor confiável e uma ferramenta de diversificação de portfólio para as nações que gerem suas reservas.
O padrão de compras em 2020 foi irregular, concentrando-se na primeira metade do ano antes de quase parar no terceiro trimestre, retomando no último trimestre. A Turquia liderou a iniciativa, adicionando 134,5 toneladas pelo segundo ano consecutivo, ao mesmo tempo vendendo 36,3 toneladas de outras participações. Dez bancos centrais fizeram compras líquidas de uma tonelada ou mais, demonstrando uma procura persistente.
Os Top 10: Quem Detém Mais?
As classificações permaneceram notavelmente estáveis nos últimos anos. Aqui está onde se situam os maiores detentores de reservas de ouro do mundo em abril de 2021:
1. Estados Unidos – 8.133,5 toneladas (77,5% das reservas)
Os EUA dominam com quase tanto ouro quanto os próximos três países combinados. A maior parte do lingote está em Fort Knox, Kentucky, com participações adicionais na Philadelphia Mint, Denver Mint, San Francisco Assay Office e West Point Bullion Depository. Até o Texas criou seu próprio depósito de ouro estadual para proteger os investidores.
2. Alemanha – 3.362,4 toneladas (74,5% das reservas)
A Alemanha completou uma repatriação importante de quatro anos em 2017, movendo 674 toneladas de volta da França e do Federal Reserve Bank de Nova York. A procura por ouro atingiu o pico em 2016, mas os investimentos em ouro na Alemanha têm aumentado de forma constante desde a crise financeira de 2008.
3. Itália – 2.451,8 toneladas (69,3% das reservas)
A Itália manteve suas reservas de forma consistente. O ex-governador do Banco Central Europeu Mario Draghi descreveu o ouro como “uma reserva de segurança”, oferecendo forte proteção contra flutuações cambiais.
4. França – 2.436,0 toneladas (64,5% das reservas)
O banco central francês vendeu uma quantidade mínima de ouro nos últimos anos, mantendo 100 toneladas em moedas e o restante em barras de 12,5 quilos. Os cofres do Banque de France em Paris servem como um dos quatro depósitos do FMI.
5. Rússia – 2.295,4 toneladas (22,0% das reservas)
O banco central russo emergiu como um dos maiores compradores nos últimos sete anos, superando a China em 2018. A estratégia agressiva de compras—224 toneladas apenas em 2017—visa diversificar a exposição ao dólar americano após tensões na Península da Crimeia. A Rússia financiou essas compras vendendo participações significativas em Títulos do Tesouro dos EUA.
6. China – 1.948,3 toneladas (3,3% das reservas)
Embora ocupe a sexta posição, o ouro da China representa apenas 3,3% do total de reservas—uma alocação surpreendentemente pequena. A partir de 2015, o Banco Popular da China começou a divulgar publicamente as compras mensais pela primeira vez desde 2009. Em 2021, a China permite que bancos domésticos e internacionais importem grandes quantidades, com a Reuters estimando que cerca de 150 toneladas métricas, no valor de 8,5 bilhões de dólares, tenham entrado no país até abril ou maio.
7. Suíça – 1.040,0 toneladas (5,4% das reservas)
A Suíça possui as maiores reservas de ouro per capita do mundo. Durante a Segunda Guerra Mundial, a nação neutra tornou-se o centro de comércio de ouro da Europa, negociando tanto com os Aliados quanto com as Potências do Eixo. Hoje, a maior parte das transações ocorre com Hong Kong e China.
8. Japão – 765,2 toneladas (3,1% das reservas)
Como a terceira maior economia do mundo, o Japão detém a oitava maior reserva de ouro. Seu banco central foi pioneiro em uma política agressiva de flexibilização quantitativa—including taxas de juros abaixo de zero em 2016—alimentando a demanda global por ouro.
9. Índia – 687,8 toneladas (6,5% das reservas)
O Banco da Índia mantém reservas substanciais de ouro, condizentes com o status do país como o segundo maior consumidor de ouro do mundo. Com 1,25 bilhões de habitantes, a temporada de festivais e casamentos na Índia (de outubro a dezembro) historicamente impulsiona uma demanda significativa por metais preciosos.
10. Países Baixos – 612,5 toneladas (67,4% das reservas)
O Banco Central dos Países Baixos anunciou planos de transferir os cofres de ouro de Amsterdã para Camp New Amsterdam, a cerca de uma hora de distância, citando requisitos de segurança elevados—uma decisão que deixou observadores perplexos, dado o recente processo de repatriação de ouro do banco dos EUA.
Líderes Percentuais: Onde o Ouro é Mais Importante
Embora os Estados Unidos detenham a maior quantidade absoluta de ouro, alguns países alocam porcentagens maiores do que a reserva total ao metal precioso. Portugal lidera com 80,1% das reservas, seguido pela Venezuela com 82,4%. Para contexto, o Fundo Monetário Internacional (FMI) em si ficaria em terceiro lugar globalmente, com 2.814 toneladas, embora geralmente seja excluído das classificações de países.
A diversidade nas alocações de ouro reflete a estratégia econômica única de cada nação—algumas priorizam a proteção de ativos tangíveis, outras focam na diversificação cambial, e algumas mantêm o ouro como legado de reserva histórica.