Olhe para esta fase do mercado, $XRP $SOL $ZEC o padrão de volatilidade destas moedas lembra um fenômeno interessante — a reação do mercado durante uma crise não é simplesmente um movimento unidirecional.
Muitas pessoas acreditam na frase: "Quando há crise, o ouro acaba." Mas na prática, o cenário real é muito mais complexo. O movimento do ouro apresenta um padrão típico de três fases, e esse padrão também oferece insights para entender os ciclos dos ativos criptográficos.
**Primeira fase: Acumulação louca antes da crise**
O dinheiro inteligente sempre está à frente. Quando sinais de recessão econômica aparecem, os investidores institucionais começam a sair do mercado de ações e a migrar para ativos de refúgio. Antes da crise financeira de 2008, o preço do ouro subiu 52% em 12 meses. Ao mesmo tempo, as expectativas de redução de taxas pelos bancos centrais se intensificaram, e a participação do ouro nas reservas dos bancos centrais ultrapassou a dos euros, essa acumulação estratégica impulsionou diretamente o preço do ouro.
**Segunda fase: Queda rápida durante a crise de liquidez**
Este é o momento mais brutal. Nas duas semanas após o colapso do Lehman Brothers, todos estavam correndo por dinheiro, e o ouro caiu 24% em duas semanas. Não é que o ouro não tenha valor, mas sim as sequelas de uma escassez sistêmica de liquidez — todos os ativos estavam sendo vendidos, incluindo o ouro. Mas há um sinal oculto aqui: quanto mais um ativo é vendido por pânico, geralmente mais próximo está do fundo.
**Terceira fase: Uma recuperação épica na era da impressão de dinheiro**
Após a crise, o verdadeiro palco começa. Após 2008, o Federal Reserve iniciou o afrouxamento quantitativo, uma rodada após a outra de injeções de liquidez. O ouro subiu de US$681 para US$1920, um aumento acumulado de 182%. É por isso que economistas dizem que "o dinheiro está cada vez mais sem valor" — na era de impressão ilimitada de dinheiro, ativos escassos são o meio de preservar valor.
**A guerra do "dinheiro forte" dos bancos centrais**
Curiosamente, os bancos centrais globais agora veem o ouro como uma arma estratégica contra os riscos do dólar, aumentando continuamente suas reservas. Organizações internacionais preveem que até 2026, os bancos centrais continuarão a aumentar significativamente suas reservas, podendo atingir 950 toneladas. Esse sinal de estratégia institucional não deve ser ignorado.
**Estratégia prática**
Resumindo: antecipe a crise com antecedência, durante a fase intermediária da crise não entre em pânico e venda tudo, mas procure oportunidades no fundo do ciclo. A maioria das pessoas fica confusa na segunda fase, perdendo a oportunidade de participar do grande movimento de alta na terceira fase. Essa lógica de ciclo não se aplica apenas aos ativos tradicionais; o mercado de criptomoedas, sob um ambiente macro de liquidez, também costuma seguir padrões semelhantes.
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ngl, o padrão de drenagem de liquidez aqui é de manual... mas deixe-me apontar algo: acumulação institucional maciça pouco antes de quedas geralmente deixa pegadas rastreáveis na cadeia. a análise de padrões sugere que estamos vendo uma aglomeração de carteiras semelhante à de antes de 2008. dyor tho, não é conselho financeiro mas os dados não mentem.
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NFTArchaeologist
· 17h atrás
Mãe, mais uma vez essa lógica de silogismo, toda crise segue o mesmo padrão
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Resumindo, é não entrar em pânico, o fundo é onde está o ouro
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Espera aí, o banco central ainda está acumulando ouro? E as instituições de criptomoedas, também deveriam aproveitar a oportunidade para comprar na baixa
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O mais assustador é ser lavado na segunda fase e depois ver os outros dispararem
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Aquela queda de 24% do XRP foi uma experiência pessoal, realmente foi o momento mais difícil
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Na era da impressão de dinheiro, só ativos escassos mantêm o valor, essa frase não tem erro
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A questão é como saber se realmente atingiu o fundo?
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Droga, isso não quer dizer que antecipar a estratégia é o que faz o vencedor?
Olhe para esta fase do mercado, $XRP $SOL $ZEC o padrão de volatilidade destas moedas lembra um fenômeno interessante — a reação do mercado durante uma crise não é simplesmente um movimento unidirecional.
Muitas pessoas acreditam na frase: "Quando há crise, o ouro acaba." Mas na prática, o cenário real é muito mais complexo. O movimento do ouro apresenta um padrão típico de três fases, e esse padrão também oferece insights para entender os ciclos dos ativos criptográficos.
**Primeira fase: Acumulação louca antes da crise**
O dinheiro inteligente sempre está à frente. Quando sinais de recessão econômica aparecem, os investidores institucionais começam a sair do mercado de ações e a migrar para ativos de refúgio. Antes da crise financeira de 2008, o preço do ouro subiu 52% em 12 meses. Ao mesmo tempo, as expectativas de redução de taxas pelos bancos centrais se intensificaram, e a participação do ouro nas reservas dos bancos centrais ultrapassou a dos euros, essa acumulação estratégica impulsionou diretamente o preço do ouro.
**Segunda fase: Queda rápida durante a crise de liquidez**
Este é o momento mais brutal. Nas duas semanas após o colapso do Lehman Brothers, todos estavam correndo por dinheiro, e o ouro caiu 24% em duas semanas. Não é que o ouro não tenha valor, mas sim as sequelas de uma escassez sistêmica de liquidez — todos os ativos estavam sendo vendidos, incluindo o ouro. Mas há um sinal oculto aqui: quanto mais um ativo é vendido por pânico, geralmente mais próximo está do fundo.
**Terceira fase: Uma recuperação épica na era da impressão de dinheiro**
Após a crise, o verdadeiro palco começa. Após 2008, o Federal Reserve iniciou o afrouxamento quantitativo, uma rodada após a outra de injeções de liquidez. O ouro subiu de US$681 para US$1920, um aumento acumulado de 182%. É por isso que economistas dizem que "o dinheiro está cada vez mais sem valor" — na era de impressão ilimitada de dinheiro, ativos escassos são o meio de preservar valor.
**A guerra do "dinheiro forte" dos bancos centrais**
Curiosamente, os bancos centrais globais agora veem o ouro como uma arma estratégica contra os riscos do dólar, aumentando continuamente suas reservas. Organizações internacionais preveem que até 2026, os bancos centrais continuarão a aumentar significativamente suas reservas, podendo atingir 950 toneladas. Esse sinal de estratégia institucional não deve ser ignorado.
**Estratégia prática**
Resumindo: antecipe a crise com antecedência, durante a fase intermediária da crise não entre em pânico e venda tudo, mas procure oportunidades no fundo do ciclo. A maioria das pessoas fica confusa na segunda fase, perdendo a oportunidade de participar do grande movimento de alta na terceira fase. Essa lógica de ciclo não se aplica apenas aos ativos tradicionais; o mercado de criptomoedas, sob um ambiente macro de liquidez, também costuma seguir padrões semelhantes.