Os gigantes tradicionais do setor financeiro também começaram a entrar a sério no mundo das criptomoedas. Em 12 de janeiro, foi divulgado que o Standard Chartered iniciou oficialmente o desenvolvimento de um negócio de corretagem principal de criptomoedas, planejando avançar com este projeto através do seu departamento de investimento de risco. Simplificando, os serviços que pretendem oferecer abrangem custódia de ativos digitais, suporte de financiamento e acesso ao mercado de negociação — estas são exatamente as condições necessárias para que investidores institucionais entrem neste mercado.
Esta jogada é bastante interessante. Como é de conhecimento geral, os reguladores impõem requisitos de capital extremamente rigorosos para ativos digitais não licenciados, chegando a 1250%, o que torna difícil para bancos tradicionais operarem diretamente neste setor. A estratégia do Standard Chartered é contornar essa dificuldade através de uma estrutura de corretora principal independente.
Na verdade, o Standard Chartered já tinha investido anteriormente em projetos como Zodia Custody e Zodia Markets. Agora, parece que seus objetivos estão mais claros — buscar tornar-se o primeiro banco de importância sistêmica global a lançar um serviço de negociação de criptomoedas à vista antes de 2025. O que isso significa? A tendência de os setores financeiro tradicional se adaptarem e abraçarem os ativos digitais já é uma realidade.
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Os gigantes tradicionais do setor financeiro também começaram a entrar a sério no mundo das criptomoedas. Em 12 de janeiro, foi divulgado que o Standard Chartered iniciou oficialmente o desenvolvimento de um negócio de corretagem principal de criptomoedas, planejando avançar com este projeto através do seu departamento de investimento de risco. Simplificando, os serviços que pretendem oferecer abrangem custódia de ativos digitais, suporte de financiamento e acesso ao mercado de negociação — estas são exatamente as condições necessárias para que investidores institucionais entrem neste mercado.
Esta jogada é bastante interessante. Como é de conhecimento geral, os reguladores impõem requisitos de capital extremamente rigorosos para ativos digitais não licenciados, chegando a 1250%, o que torna difícil para bancos tradicionais operarem diretamente neste setor. A estratégia do Standard Chartered é contornar essa dificuldade através de uma estrutura de corretora principal independente.
Na verdade, o Standard Chartered já tinha investido anteriormente em projetos como Zodia Custody e Zodia Markets. Agora, parece que seus objetivos estão mais claros — buscar tornar-se o primeiro banco de importância sistêmica global a lançar um serviço de negociação de criptomoedas à vista antes de 2025. O que isso significa? A tendência de os setores financeiro tradicional se adaptarem e abraçarem os ativos digitais já é uma realidade.