A Comissão Financeira da Coreia(FSC) recentemente anunciou novas políticas que parecem favoráveis à primeira vista, mas uma análise mais aprofundada revela várias questões. O dinheiro realmente entrará no mercado? E depois de entrar, para onde irá?
A estrutura de políticas é na verdade bastante rigorosa. As instituições podem investir em criptomoedas apenas até 5% do seu capital próprio por ano. À primeira vista, 5% não parece muito, mas os grandes grupos empresariais na Coreia têm uma base de capital considerável, e uma simples estimativa mostra que estamos a falar de dezenas de bilhões de dólares.
O escopo de restrição também é bastante claro: só podem alocar em moedas que estejam entre as 20 maiores por valor de mercado, e que estejam listadas nas cinco principais exchanges da Coreia. A lista de permissões é atualizada a cada seis meses, e as autoridades reguladoras mantêm um controle bastante rigoroso. As negociações reais só poderão começar no final de 2026; por enquanto, trata-se apenas de uma orientação política, e o fluxo de fundos reais ainda terá que esperar quase um ano.
A lógica dessas regras é bastante clara — querem o capital de grandes instituições, mas sem que elas causem problemas. Assim, uma série de restrições foi implementada.
Embora haja cerca de 3500 instituições que atendem aos critérios, quantas delas estarão realmente dispostas a participar na primeira fase? A maioria do setor espera que o número não ultrapasse 500. Os restantes provavelmente irão esperar e observar, aguardando que os pioneiros atravessem o rio primeiro. Em um ambiente cultural de conglomerados como a Coreia, quem se destaca costuma ser alvo de repressão.
Fazendo uma estimativa rápida: supondo que essas 500 instituições utilizem em média 1% do seu capital próprio para investir (sendo o limite de 5%), com base no valor de mercado total das empresas listadas na Coreia, podemos estimar que serão liberados cerca de 100 a 150 bilhões de dólares em novos fundos.
Para onde esse dinheiro acabará por ir? Quase sem dúvidas — BTC e ETH. A razão é simples: as políticas limitam a compra às 20 maiores moedas, e é obrigatório que estejam listadas nas exchanges coreanas com pares de negociação. Dentro dessas restrições, o Bitcoin e o Ethereum são, sem dúvida, as opções mais seguras, líquidas e fáceis de adquirir.
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TokenomicsTinfoilHat
· 01-13 12:53
Mais uma vez, leva mais de um ano para realmente movimentar o dinheiro? Este conjunto de medidas na Coreia é mais rigoroso do que uma prisão
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FlashLoanPrince
· 01-13 12:48
Espera aí, as 500 instituições realmente vão entrar? Aposto que esses caras vão ficar se observando por três a cinco anos… Aquele esquema dos chaebols coreanos, quem se mexer primeiro leva azar, essa é a regra.
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SolidityNewbie
· 01-13 12:40
Espera aí, os verdadeiros primeiros a entrar no mercado podem ser 500 instituições? Acho difícil, os chaebols na Coreia são todos de posição ambígua
Resumindo, isso é uma forma de os órgãos reguladores darem uma "medicação" ao mercado, mas a quantidade é muito pequena, 100-150 bilhões de fluxo para BTC e ETH é mais ou menos isso
Na minha opinião, só em final de 2026 é que realmente poderemos negociar, quantas coisas podem acontecer nesse meio tempo
As instituições não piscam, esperando que as ondas anteriores sejam destruídas, uma postura bastante segura
A lista de permissões é atualizada a cada seis meses, parece uma estratégia de marketing de escassez, se quiser realmente dinamizar o mercado, não coloque tantas restrições
Para ser honesto, o que eu ainda vejo com potencial é o BTC, pelo menos a liquidez é a mais forte, o ETH tem um risco um pouco maior
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ILCollector
· 01-13 12:32
Espera aí, só será possível negociar realmente no final de 2026? Então, ficar de especulação com essa notícia agora é absurdo.
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GasFeeNightmare
· 01-13 12:29
Mais uma estratégia que parece favorável, mas na verdade é uma armadilha para fazer os investidores perderem dinheiro. Só em 2026 é que poderemos realmente negociar? Até as flores de abóbora já murcharam.
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RatioHunter
· 01-13 12:24
Espera aí, só poderão negociar no final de 2026? Isso não passa de promessas vazias, agora estão fazendo barulho há mais de um ano e só agora vão realmente agir
A Comissão Financeira da Coreia(FSC) recentemente anunciou novas políticas que parecem favoráveis à primeira vista, mas uma análise mais aprofundada revela várias questões. O dinheiro realmente entrará no mercado? E depois de entrar, para onde irá?
A estrutura de políticas é na verdade bastante rigorosa. As instituições podem investir em criptomoedas apenas até 5% do seu capital próprio por ano. À primeira vista, 5% não parece muito, mas os grandes grupos empresariais na Coreia têm uma base de capital considerável, e uma simples estimativa mostra que estamos a falar de dezenas de bilhões de dólares.
O escopo de restrição também é bastante claro: só podem alocar em moedas que estejam entre as 20 maiores por valor de mercado, e que estejam listadas nas cinco principais exchanges da Coreia. A lista de permissões é atualizada a cada seis meses, e as autoridades reguladoras mantêm um controle bastante rigoroso. As negociações reais só poderão começar no final de 2026; por enquanto, trata-se apenas de uma orientação política, e o fluxo de fundos reais ainda terá que esperar quase um ano.
A lógica dessas regras é bastante clara — querem o capital de grandes instituições, mas sem que elas causem problemas. Assim, uma série de restrições foi implementada.
Embora haja cerca de 3500 instituições que atendem aos critérios, quantas delas estarão realmente dispostas a participar na primeira fase? A maioria do setor espera que o número não ultrapasse 500. Os restantes provavelmente irão esperar e observar, aguardando que os pioneiros atravessem o rio primeiro. Em um ambiente cultural de conglomerados como a Coreia, quem se destaca costuma ser alvo de repressão.
Fazendo uma estimativa rápida: supondo que essas 500 instituições utilizem em média 1% do seu capital próprio para investir (sendo o limite de 5%), com base no valor de mercado total das empresas listadas na Coreia, podemos estimar que serão liberados cerca de 100 a 150 bilhões de dólares em novos fundos.
Para onde esse dinheiro acabará por ir? Quase sem dúvidas — BTC e ETH. A razão é simples: as políticas limitam a compra às 20 maiores moedas, e é obrigatório que estejam listadas nas exchanges coreanas com pares de negociação. Dentro dessas restrições, o Bitcoin e o Ethereum são, sem dúvida, as opções mais seguras, líquidas e fáceis de adquirir.