A onda do Eisbach desapareceu. O que outrora foi o spot de surf mais icónico de Munique – frequentado o ano todo por surfistas audazes que exibiam os seus truques nas ondas – simplesmente desapareceu desde outubro, após uma operação de limpeza. A comunidade de surfistas está atónita, enquanto as autoridades permanecem em silêncio.
Por que a onda do Eisbach está de repente morta
A história é rápida de contar: uma limpeza do Eisbach deveria resolver o problema. Mas desde que a operação terminou, nada mudou. A famosa onda, que ao longo de décadas atraiu gerações de surfistas, praticamente deixou de existir. O que resta é vazio e frustração.
A comunidade resiste – mas as autoridades jogam pingue-pongue
Os surfistas não desistem. Reúnem a comunidade, organizam-se, exigem o retorno da onda do Eisbach. Mas quem quer que eles abordem – os órgãos municipais respondem com uma clássica “Bloqueio Administrativo”: encaminhamentos de uma autoridade para outra, promessas vagas, sem respostas claras.
Esta é a realidade: as autoridades de Munique mostram-se relutantes. Seja por desinteresse, excesso de formulários ou por responsabilidades pouco claras – os surfistas continuam à espera de uma conversa séria com os responsáveis pela decisão.
Cultura versus burocracia – a onda do Eisbach como símbolo
A onda do Eisbach é mais do que uma onda. Era um pedaço da cultura de Munique, um ponto de encontro, um fenómeno. Que ela agora esteja morta – pelo menos após uma limpeza comum – parece absurdo para muitos cidadãos. A questão que se coloca é: por que uma cidade permite que uma atração própria seja simplesmente retirada?
A resposta provavelmente está nos arquivos de uma autoridade, escondida por trás de indicações de competência e decisões que nunca chegam.
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Eisbachwelle morta? Os surfistas de Munique lutam contra o "Bloqueio Administrativo"
A onda do Eisbach desapareceu. O que outrora foi o spot de surf mais icónico de Munique – frequentado o ano todo por surfistas audazes que exibiam os seus truques nas ondas – simplesmente desapareceu desde outubro, após uma operação de limpeza. A comunidade de surfistas está atónita, enquanto as autoridades permanecem em silêncio.
Por que a onda do Eisbach está de repente morta
A história é rápida de contar: uma limpeza do Eisbach deveria resolver o problema. Mas desde que a operação terminou, nada mudou. A famosa onda, que ao longo de décadas atraiu gerações de surfistas, praticamente deixou de existir. O que resta é vazio e frustração.
A comunidade resiste – mas as autoridades jogam pingue-pongue
Os surfistas não desistem. Reúnem a comunidade, organizam-se, exigem o retorno da onda do Eisbach. Mas quem quer que eles abordem – os órgãos municipais respondem com uma clássica “Bloqueio Administrativo”: encaminhamentos de uma autoridade para outra, promessas vagas, sem respostas claras.
Esta é a realidade: as autoridades de Munique mostram-se relutantes. Seja por desinteresse, excesso de formulários ou por responsabilidades pouco claras – os surfistas continuam à espera de uma conversa séria com os responsáveis pela decisão.
Cultura versus burocracia – a onda do Eisbach como símbolo
A onda do Eisbach é mais do que uma onda. Era um pedaço da cultura de Munique, um ponto de encontro, um fenómeno. Que ela agora esteja morta – pelo menos após uma limpeza comum – parece absurdo para muitos cidadãos. A questão que se coloca é: por que uma cidade permite que uma atração própria seja simplesmente retirada?
A resposta provavelmente está nos arquivos de uma autoridade, escondida por trás de indicações de competência e decisões que nunca chegam.