#稳定币生态发展 Depois de ler esta análise aprofundada sobre bancos digitais, tive uma espécie de iluminação. Afinal, as stablecoins são realmente a verdadeira mina de ouro, e não o tamanho da base de utilizadores ou as taxas de cartão bancário.
Antes achava que bancos digitais eram apenas bancos leves, mas percebi que essa ideia já está ultrapassada. O caso do Revolut, cuja avaliação ultrapassou a do Nubank, ilustra bem essa mudança — ter muitos utilizadores não significa necessariamente ganhar mais dinheiro, o que importa é de onde vem o dinheiro.
O ponto mais impactante é este: os bancos digitais devem integrar profundamente os canais de troca de stablecoins, ou então acabarão por se tornar o elo de menor eficiência. Parece uma competição de eliminação, sem espaço para descuidos. Acredito que o futuro do mercado será bem definido, dividindo-se em três modelos — ganhar juros com depósitos, depender do volume de transações, ou controlar a infraestrutura. O último é claramente o grande vencedor, pois, independentemente de como os utilizadores operem, consegue gerar lucro continuamente.
Um detalhe que ficou marcado é que a autenticação de identidade está a tornar-se numa nova porta de entrada para contas. Se a carteira de identidade digital da UE for adotada globalmente, toda a estratégia do setor terá que ser reescrita. Em comparação, a exploração da autenticação de identidade na blockchain ainda está em fase de testes, mas a direção é correta. Isso significa que, no futuro, os bancos digitais não serão realmente bancos, mas fornecedores de infraestrutura que vestem uma fachada de consumo.
Resumindo, quem controlar a emissão e liquidação de stablecoins será o verdadeiro jogador nesta partida.
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#稳定币生态发展 Depois de ler esta análise aprofundada sobre bancos digitais, tive uma espécie de iluminação. Afinal, as stablecoins são realmente a verdadeira mina de ouro, e não o tamanho da base de utilizadores ou as taxas de cartão bancário.
Antes achava que bancos digitais eram apenas bancos leves, mas percebi que essa ideia já está ultrapassada. O caso do Revolut, cuja avaliação ultrapassou a do Nubank, ilustra bem essa mudança — ter muitos utilizadores não significa necessariamente ganhar mais dinheiro, o que importa é de onde vem o dinheiro.
O ponto mais impactante é este: os bancos digitais devem integrar profundamente os canais de troca de stablecoins, ou então acabarão por se tornar o elo de menor eficiência. Parece uma competição de eliminação, sem espaço para descuidos. Acredito que o futuro do mercado será bem definido, dividindo-se em três modelos — ganhar juros com depósitos, depender do volume de transações, ou controlar a infraestrutura. O último é claramente o grande vencedor, pois, independentemente de como os utilizadores operem, consegue gerar lucro continuamente.
Um detalhe que ficou marcado é que a autenticação de identidade está a tornar-se numa nova porta de entrada para contas. Se a carteira de identidade digital da UE for adotada globalmente, toda a estratégia do setor terá que ser reescrita. Em comparação, a exploração da autenticação de identidade na blockchain ainda está em fase de testes, mas a direção é correta. Isso significa que, no futuro, os bancos digitais não serão realmente bancos, mas fornecedores de infraestrutura que vestem uma fachada de consumo.
Resumindo, quem controlar a emissão e liquidação de stablecoins será o verdadeiro jogador nesta partida.